12/07/2017

SERVIÇO EDUCATIVO | UMA DANÇA POR MÊS | BALLET PARA TODOS






Público alvo: 12 aos 65 anos
Entrada livre mediante inscrição
Inscrição através do email: bcnproducao@gmail.com
Limitado a 30 participantes

Uma Dança por Mês é um ciclo de encontros de experimentação de uma determinada técnica de movimento ou prática da dança. Este ciclo  visa promover a construção de um lugar comunitário para a experimentação e entendimento do movimento. A última sessão do ano é com a bailarina Susana Otero

BALLET PARA TODOS
O última sessão do ano de Uma Dança Por Mês irá explorar o Ballet. A Técnica Clássica sempre surge no imaginário coletivo como algo inacessível para a maioria. Nesta sessão vamos desmontar, tentar perceber e experimentar que esta pode ser uma técnica interessante para todos os tipos de corpos e idades.


SUSANA OTERO

Nasceu em 1982 na cidade do Porto. Iniciou os seus estudos de ballet clássico aos 3 anos frequentando diversas instituições, entre elas a Academia de Bailado Clássico Pirmin Treku, no Porto. Frequentou o Conservatório de  Música e Dança do Funchal. Frequentou o curso de Gestão do Património Artístico e Cultural na Escola Superior de Educação do Porto. Frequentou o curso de Especialização de Performance em Espaços Públicos e Site-Specific na Universidade Lusófona. Exerce funções de bailarina desde 2002 e desde 2011 de Directora Artística na companhia Ballet Contemporâneo do Norte. Lecciona aulas de Técnica Clássica no Balleteatro Escola Profissional. Dirige os workshops e laboratórios coreográficos do serviço educativo da companhia Ballet Contemporâneo do Norte.  Criou para esta companhia “A notícia da minha morte foi um exagero”. Colabora frequentemente com artistas de várias áreas tendo participado na performance, Noites Brancas, de Julião Sarmento, em Serralves. Como bailarina trabalhou e foi aluna de: Elisa Worm, Luís Carolino, Maria José Rodrigues, Bárbara Guedes, Pirmin Treku, Marcello Raciti, Mercedes Olmos, Cláudia Novoa, Guiomar Machado, Cristina Maciel, Ana Figueira, Alexandre Fernandes, Olga Roriz,  Aldara Bizarro, Peter Michael, Paola Moreno, Fabrizio Pagliari,  Benvindo da Fonseca, Ainoa Vidal, Cristina Maciel,  Pedro Rosa, Garbine Aizpitarte, Francisco Alves, Rui Lopes Graça, Mariana Tengner Barros, Dinis Machado, Rogério Nuno Costa entre outros. Foi professora convidada para leccionar um workshop na Universidade de Stavenger, Noruega e na companhia brasileira Debora Colker na sua digressão por Portugal. Frequentou o Mestrado de Indústrias Criativas na Universidade Católica do Porto.

DOGMA TEENS | OFICINA | ROGÉRIO NUNO COSTA




19, 20, 21 e 22 de Dezembro 2017
15h00 -18h00
Participantes: Grupo Desafia-TE
SESSÕES ABERTAS AO PÚBLICO:
22 de dezembro | 18h30 | Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira


 “Uma oficina de processos criativos baseada no documento/manifesto “Dogma 2005”, de Rogério Nuno Costa. A partir da imposição de regras simples de “conduta” artística e de exercícios práticos a partir de várias matérias e temas próximas do universo infanto- juvenil, propõe-se uma experiência de formação baseada em várias disciplinas artísticas (teatro, artes visuais, performance, vídeo, fotografia, escrita, movimento, etc.) e inspirada na ideia maior de que a liberdade e a imaginação criativas não se fabricam, encontram-se. Esse encontro é tanto mais profícuo quanto maiores e mais desafiantes forem os obstáculos colocados. Este workshop funcionará, assim, como espécie de feira popular de possibilidades performativas, totalmente pensadas, criadas, produzidas e apresentadas pelas crianças/adolescentes, a partir da reciclagem de materiais que já fazem parte do seu dia-a-dia: histórias, imagens, músicas, objectos, memórias. Mas é também, ou poderá ser, um excelente contexto para o adolescente testar a validade, seriedade e dimensão política dos seus gestos e das suas acções, através da aceitação de um jogo (com suas regras) e respectivo compromisso perante o social. Em última análise, será um workshop sobre ideias: donde vêm, para que servem e o que podemos fazer com elas. Um espaço para crianças e adolescentes (em dimensões distintas) poderem ser adultos (mais do que “brincar aos adultos”), tomando decisões, discutindo, partilhando, negociando e promovendo.

Sobre “Dogma 2005”
O texto, na sua versão simplificada “O Dogma 2005 explicado às crianças” (conjunto de 30 regras interconectáveis) apresenta uma alternativa para a criação artística contemporânea através da activação de um macro-conceito (ao mesmo tempo técnico e estético) designado por “arquivo performativo”, e auxiliado por uma infinidade de práticas de documentação. Através da criação e manipulação de dispositivos documentais diversos (apoiados em vários suportes mais ou menos tecnológicos: fotografia, vídeo, texto, desenho, oralidade, catalogação de objectos-prova, registo sonoro, etc.), o “Dogma” propõe um modus operandi passível de ser utilizado por qualquer artista/criativo que esteja disponível para se entregar a um trabalho cujo primeiro objectivo é virar do avesso (dissecando, desconstruindo, questionando, banalizando/vandalizando) os processos criativos e as práticas que lhe são mais familiares. Ou seja, retirar o artista da sua zona de conforto, não para a destruir, mas para melhor a observar (logo, compreender), e no fim decidir se lá quer voltar ou não. Ao longo desse caminho, o artista confronta-se com um conjunto de regras/obstruções que o obrigam a repensar o seu trabalho à luz de um grupo de conceitos operativos distintos mas complementares: autobiografia, realidade/ficção, readymade, estética “do-it-yourself”, arte/vida, ética/ estética, autoria, site-specificity, etc. Os resultados, quando apresentados publicamente, podem ter as mais diversas tonalidades, mas quase sempre se afastam formalmente daquilo que o artista está“habituado a fazer”. Conceptualmente, porém, o resultado é sempre sobre o artista e sobre a sua relação com a vontade de criar; porque o “Dogma 2005” acredita que a melhor história a contar é a história do projecto ele próprio: onde começou, como se desenvolveu, para onde se dirige, com seus avanços e recuos, suas paragens mais ou menos bruscas, suas falhas e sucessos.
Após ter sido experimentado no projecto transdisciplinar e curatorial “A Oportunidade do Espectador” (dirigido por Rogério Nuno Costa, com a participação de vários artistas, pensadores e documentaristas convidados) entre 2007 e 2010, assim como utilizado em inúmeros workshops e master classes, em Portugal e no estrangeiro, o “Dogma 2005” encontra-se agora numa fase de reformulação. Uma das novas formalizações destina-se ao público infantil/juvenil.




ROGÉRIO NUNO COSTA
Rogério Nuno Costa é artista, investigador, professor, curador e escritor em vários projectos coolturais e pós-artísticos, formalmente americanos, conceptualmente europeus, religiosamente Kopimistas, filosoficamente Piratas e literariamente re-re-realistas (ou realistas gagos). Com formação académica na área da Comunicação, considera-se um observador (participante) com uma curiosidade mórbida pela arte que se parece mesmo com Arte, só devolvendo o resultado das suas investigações porque é o que manda o Código Deontológico dos Jornalistas. Na persona do Chef Rø, tem elaborado inúmeros cruzamentos da Cozinha Conceptual™ com as artes performativas e os novos media, pretendendo com isso que a Arte se eleve à categoria de Gastronomia (o contrário já foi feito). Não é actor; considera que todos os trabalhos de teatro/performance que realizou em colaboração com diversos artistas e companhias foram trabalhos de consultoria. Trabalha atualmente na construção (from scratch) de uma “Universidade”.
www.rogerionunocosta.wordpress.com
www.facebook.com/rogerionunocosta.art

ACOLHIMENTOS | CHÃO DE OLIVA | O PEDRO E O LOBO





O PEDRO E O LOBO
CHÃO DE OLIVA
5 DEZEMBRO
11h00 e 14h00
AUDITÓRIO DA JUNTA DE FREGUESIA DE S. MIGUEL DO SOUTO

Um espetáculo com marionetas de mesa, eclético, que aguça a imaginação, que utiliza o mínimo de “efeitos especiais”, coerente com a característica do nosso trabalho, que tem a ver com o prazer do faz-de- conta, ao fim e ao cabo com a (re) descoberta da simplicidade. Partindo do Conto musical para crianças “Pedro e o Lobo”, do compositor Sergei Prokofiev, com uma mescla de “bonecos” (uns as chamadas marionetas, propriamente ditas, e outros, mais conhecidos por brinquedos, aqueles que já brincámos ou, no caso dos mais novos, que ainda brincam) e acompanhada pela própria música do génio russo, contamos uma história de um menino igual a tantos outros que são irreverentes, que aprendem experimentando, e melhor, se for na convivência harmoniosa com a variedade com que a mãe natureza nos encanta todos os dias. Aliviámos a história das cargas penalizadoras (neste caso sobre o Lobo), acrescentámos e modificámos para contá-la à nossa maneira, dando, assim, sequência a um trabalho feito a partir dos contos imemoriais.

Adaptação, Cenografia e Encenação Nuno Correia Pinto 
Manipulação Nuno Correia Pinto e Nuno Machado
Marionetas Jorge Cerqueira 
Carpinteiro Marcelo Soares Alves 
Sonoplastia Carlos Arroja
Montagem Tiago Matias
Ilustração Nuno Ribeiro 
Fotografias e Arranjos Gráficos André Rabaça
Operador Luz e Som André Rabaça 
Direcção de Produção Nuno Correia Pinto 

Secretária de Direcção e Produção Cristina Costa






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