Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
12, 13 e 14 de Janeiro, Ponto amarelo em fundo preto (com observador), em Aveiro
Ponto amarelo em fundo preto (com observador) de Andreas Dyrdal estará em cena no Estaleiro Teatral de Aveiro /Teatro Efémero nos dias 12, 13 e 14 de Janeiro pelas 21h30.
Fotografia de Pedro Fonseca
Fotografia de Pedro Fonseca
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são, necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo) reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir, devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Mais info: www.efemero.pt/
Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
2 Dezembro no Auditório de Espinho
A Notícia da minha morte foi um exagero, de Susana Otero
2 de Dezembro, Sexta-feira
21:30
Fotografia de Andreas Dyrdal
7 euros (maiores de 65 e menores de 25 anos: 5 euros)
m/6
Partindo de textos de José Cardoso Pires, De Profundis – Valsa Lenta, a qual foi escrita depois do seu autor ter sofrido um acidente vascular cerebral que o privou da memória entre outros problemas, e de Fumar ao espelho, um monólogo de carácter autobiográfico, Susana Otero faz um exercício cheio de ironia, reflectindo sobre a vida e a morte – a morte branca como lhe chama José Cardoso Pires, e a outra, bem mais negra e mais abrangente -, e sobre a própria dança contemporânea e o seu poder enquanto arte performativa. Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
Auditório de Espinho
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
ESTREIA dia 17, 18 e 19 Cine Teatro António Lamoso, Santa Maria da Feira
Ponto amarelo em fundo negro (com observador)
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são, necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo) reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir, devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Ficha Artística
Concepção, direção e coreografia: Andreas Dyrdal
Interpretação e criação: Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Texto: Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Desenho de Luzes: João Teixeira
Figurinos: Andreas Dyrdal
Produção BCN
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