9/21/2017

ARTISTA ASSOCIADO | ROGÉRIO NUNO COSTA | COPYWRONG


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um serviço meta-educativo de Rogério Nuno Costa

COPYWRONG (a live performance-as-tool), Future Places, Porto
com Daniel Pinheiro, Fátima São Simão, Rogério Nuno Costa 




UNIVERSIDADE | YLIOPISTO é um projeto duracional para a criação de uma universidade virtual, trans-nacional e trans-artística. Uma escola para ensinar a anular a arte através da Arte (ou vice-versa). Um laboratório de experiências Pop. Uma masterclass intitulada "A preguiça como novo avant-garde". Um workshop intensivo de Kopimismo. Um magazine cooltural. E um partido político demagógico, finlandizado e profil(árctico) a financiar o empreendimento.

“(...) num sentido muito literal, a universidade kantiana é uma instituição ficcional. A razão só pode ser instituída se a instituição permanecer uma ficção, se funcionar apenas ‘como se’ não fosse uma instituição. Se a instituição se torna real, a razão afasta-se.” [Bill Readings, A Universidade em Ruínas, Angelus Novus, p. 68]

Mais info:


O projeto UNIVERSIDADE propõe a construção de uma plataforma colaborativa de pensamento interdisciplinar ao longo de 5 anos “letivos”, operando, virtual e fisicamente, entre dois extremos da Europa: Portugal e Finlândia. Grupos de trabalho fluidos (e nómadas) encontrar-se-ão em espaços temporários com o objetivo de elaborar uma proposta híbrida de ensino artístico alicerçado em metodologias “não-artísticas”: como chegar à Arte sem ser através da arte? Uma universidade meta-referencial que oferece um só programa — o dos “estudos universitários” —, num diálogo rizomático e taxonómico entre todas as Artes e todas as Ciências, e num sistema discursivo não-hierárquico e pós-capitalista. Para tal, ensaiar-se-ão novos paradigmas educacionais, experimentar-se-ão novos modos de subjetivação e de partilha de conhecimento, antever-se-ão novos modelos éticos (logo, estéticos) na relação “mestre/aprendiz”, reciclar-se-ão pressupostos que estiveram na origem da missão universitária ocidental e que a (pós-)modernidade, quantitativamente empreendedora e empresarial (ensino enquanto produto, aluno enquanto cliente), terá feito extinguir.

Após a realização de um proto-laboratório em Bucareste em Julho de 2015, em colaboração com o projeto E-motional | rethinking dance, ODD Gallery e Modulab, o Ano Um (2016/17) arrancou oficialmente em Outubro de 2016 na School of Art Design and Architecture da Aalto University (Helsínquia), num diálogo simbiótico com o programa Visual Culture and Contemporary Art (ViCCA). Até Junho de 2017, realizar-se-á uma série de lectures, workshops, think tanks e publicações alusivas à PETABYTE AGE, temática estruturante para o Ano Um.

Universidade | Yliopisto é um projeto financiado pela Creative Commons | Awesome Fund e conta com o apoio da Aalto University. Parceiros: Future Places, Armazém 22. Produção: Ballet Contemporâneo do Norte (Artista Associado).

MAIS INFORMAÇÃO:


UNIVERSITY | YLIOPISTO (2015/20)
a meta-educational service by Rogério Nuno Costa

UNIVERSITY | YLIOPISTO is a durational meta-project for a virtual, trans-national and trans-artistic multiversity. A school where we can learn how to annul Art by the means of art itself. A laboratory to test Pop as the ultimate cultural appropriation. A masterclass titled "Laziness as the new avantgarde". An intensive workshop about Kopimism. A cooltural magazine. And a very demagogic, finlandized and prophyl(arctic) political party.

“(...) in a very literal sense, Kantian university is a fictional institution. Reason can only be institutionalized as far as institution itself can remain a fiction, if it can only work ‘as if’ it was not an institution. When the institution becomes real, reason turns away.” [Bill Readings, The University In Ruins, Harvard, p. 68]


·   COPYWRONG (a live performance-as-tool), Future Places, Porto
     with Daniel Pinheiro, Fátima São Simão, Rogério Nuno Costa 

More info:

The project proposes the building of a collaborative platform for inter-disciplinary thinking throughout 5 “school” years, thus operating, both virtually and physically, between two European “extremes”: Portugal and Finland. Fluid and nomadic work groups will meet in temporary spaces driven by one major goal: to elaborate a hybrid model for artistic learning based on “non-artistic” methodologies, or how can one reach Art without being through art? A self-referential academy that offers one program only — the “academic studies” program —, structured in a rhyzomatic and taxonomical dialogue between all Arts and all Sciences, within a discursive system that is non-hierarchical and post-capitalist. For that purpose, new educational paradigms will be tested, new modes of subjectivation and share of knowledge will be experimented, new ethical (therefore, aesthetic) models for the relation “master/apprentice” will be foreseen. Ultimately, some of the premises that originated the mission behind Western university will be recycled, those same premises that (post-) modernity, quantitatively entrepeneur and business-oriented (education as a product, student as a client), has been extinguishing for the last two decades.

After the proto-laboratory that took place in Bucharest (Romania) in July 2015, in a partnership with E-motional | rethinking dance, ODD Gallery and Modulab, the Year One (2016/17) was officially launched in October at Aalto University’s School of Art, Design and Architecture (Helsinki, Finland), in a symbiotic dialogue with Visual Culture and Contemporary Art (ViCCA) program. Until June 2017, a series of lectures, workshops, think tanks and publications will be launched, all around the subject of PETABYTE AGE, the structuring core-theme for Year One.

University | Yliopisto is funded by Creative Commons (Awesome Fund) and has the support of Aalto University. Partners: Future Places and Armazém 22. Production: Ballet Contemporâneo do Norte (Associated Artist).

MORE INFORMATION:

9/20/2017

[SERVIÇO EDUCATIVO] UMA DANÇA POR MÊS | AUTHENTIC SOLO JAZZ



21 de Outubro | Uma Dança por Mês | Authentic Solo Jazz | Sala de Ensaio do Cineteatro António Lamoso

O Authentic Jazz Dance, abreviado para Authentic Jazz, tem como raizes as danças Afro-Americanas surgidas nos finais de 1800. A modalidade teve o seu auge a partir de 1920, na época das Big Bands, tendo contado com alguns grandes nomes como Albert ’Al’ Minns e Leon James para a sua divulgação internacional. Pode ser dançado a pares ou a Solo e inclui passos do Charleston e outros que lembram um pouco o Sapateado. Usa-se o termo Authentic Jazz por constituir as raízes do Jazz, diferenciando-se bastante de danças Jazz modernas como a dança Contemporânea e o Ballet.


Pedro Vieira, nascido em Lisboa em 1995, reside no Porto desde 2004. Iniciou-se nas danças Swing em 2012, recebendo formação na escola de danças vintage SwingStation. Começou a dar aulas de Lindy Hop durante o ano de 2013 e de Authentic Jazz em 2014, dando atualmente aulas de ambas as modalidades na escola Hop Dance Studio. Participou em festivais de dança em Portugal e Espanha, tendo sido convidado para dar aulas de Lindy Hop em festival internacional na Polónia.

21st October | One Dance per Month | Authentic Solo Jazz | Rehearsal Room at Cineteatro António Lamoso

Authentic Jazz Dance, abbreviated to Authentic Jazz, is rooted in African-American dances that emerged in the late 1800s. The style took off in 1920, at the time of the Big Bands, with some great names like Albert ' Al 'Minns and Leon James for its international release. It can be danced in pairs or solo and includes steps from the Charleston and others that resemble the Tapping. Authentic Jazz is used because it constitutes the roots of the Jazz, being different enough of modern Jazz dances like the Contemporary dance and the Ballet. 

Pedro Vieira, born in Lisbon in 1995, lives in Oporto since 2004. He started at Swing dances in 2012, receiving training at SwingStation vintage dance school. She started teaching Lindy Hop in 2013 and Authentic Jazz in 2014, giving classes at Hop Dance Studio. She has participated in dance festivals in Portugal and Spain and has been invited to teach Lindy Hop at an international festival in Poland.

[ARTISTA ASSOCIADO] PARADIGMA de DINIS MACHADO




21 de Outubro | PARADIGMA | FIDANC Festival Internacional de Dança Contemporânea | Évora | Portugal


“Um ritual é uma sequência de atividades que envolvem gestos, palavras e objetos, praticado num lugar isolado e de acordo com uma sequência definida.”
[Dicionário Merriam-Webster]

Em “Paradigma”, criamos um folklore DIY para corpos com identidades esbatidas, através de artefactos, narrativas, danças, rituais e músicas. Paradigma é uma dança de um exotismo de lado nenhum. Um reclamar ritualista de diferença e cidadania. Uma paisagem criada de um cadavre esquis de referências paradoxais vindas de lugares faccionais. Uma cerimónia vinda de um tempo antes da divisão entre arquiteto e construtor onde se produzem símbolos abstratos com materiais complexos e uma engenharia caseira.

Música Original de Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
com vozes adicionais de Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft, Dinis Machado
Cenário, luz e figurinos Dinis Machado (SE/PT)
Consultoria Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT)
Produzido por Corp. (PT) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT),
com o Produtor Associado Clair Hicks (UK)
e administração de Interim Kultur (SE)
Co-Produção Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Criado em residência em Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), ​Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
Com o apoio de Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado é um artista associado do Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)


21st October | PARADIGMA | FIDANC International Festival of Contemporary Dance | Évora | Portugal

A ritual is a sequence of activities involving gestures, words, and objects, performed in a sequestered place, and performed according to set sequence. 
[Merriam-Webster Dictionary]


In Paradigm, we work on a DIY folklore for bodies with blurry identities, created through fctional artifacts, narratives, dances, rituals and songs.
Paradigm is a dance of an exoticism from nowhere. A ritual claim for diference and citizenship. A landscape created from a cadavre exquis of paradoxical references coming from the places where we were born, the places where we live, places we have never been, and most of all, from fctional places. All of them glued together with daily practice. The body, as a mechanical piece of a bigger organic body - the stage itself. This body engages in a ceremony with consequences that are never direct or evident, but it is also a fgure of labor coming from a time before the division between the architect and the bricklayer. A working body producing abstract symbols with concrete materials and a complex homemade engineering.
A body that through this practice enters a process of abstraction, attempting to escape its own anthropomorphism.
To be a human, as to be the theatrical building, disengaged of the pursuit of a (cultural) essence. 

With original music by Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
additional voices by Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft Set
light and costume construction Dinis Machado (SE/PT)
Outside eyes Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT) 
Produced by Corp. (PT) and Ballet Contemporâneo do Norte (PT)
with the associate producer Clair Hicks (UK) and administration by Interim Kultur (SE)
With the co-production of Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Created in residency at Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
With the support of Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado is an associated artist of Ballet Contemporâneo do Norte (PT) and Weld (SE) 

EURODANCE de ROGÉRIO NUNO COSTA [CIRCULAÇÃO]


6 e 7 de outubro de 2017 às 21h00 (dia 6) e 19h00 (dia 7)
CCB . Sala de Ensaio
duração aproximada: 45 minutos – s/ intervalo
M / 6 anos
BOX NOVA | Rogério Nuno Costa

EURODANCE

Ficha Técnica

Um espetáculo do Ballet Contemporâneo do Norte
Rogério Nuno Costa direção, coreografia, texto, vídeo
André Santos, Dinis Machado, Luís André Sá, Mariana Tengner Barros, Susana Otero bailarinos
Joclécio Azevedo assistência de direção
Daniel Oliveira desenho de luz
Diogo Mendes artwork
Jordann Santos figurinos
Belamix feat. Too Limited™ (Mariana Tengner Barros & Rogério Nuno Costa) remix & cover
Miguel Refresco fotografia promocional e de cena
Cristiana Fonseca assistência de figurinos
BCN produção

Agradecimentos A Bela Associação, Luiz Antunes, Xana Novais, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Sonoscopia, Álvaro Campo, Miguel Loff Barreto, ESMAE, TeCA, Ana Carvalho, Pedro Barreiro.
Estreia Centro Cultural de Milheirós de Poiares (Santa Maria da Feira)
Acolhimentos mala voadora (Porto), Armazém 22 (Vila Nova de Gaia), Teatro Sá da Bandeira (Santarém).

O Ballet Contemporâneo do Norte é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.


EURODANCE é uma hecatombe geopolítica e tecno-emocional, um counting down a 190 beats-per-minute em direção ao Fim do Mundo, uma bad trip a bordo de um rave’ião Hamburgo/Ibiza com escala elíptica no Pará e aterragem de emergência para combustível em Luanda, uma droga psicotrópica também conhecida por Azeitegeist™. EURODANCE é um documentário pós-apocalíptico produzido pelo Departamento de Escatologia Vintage do Centro de Estudos Pré-Humanos do Novo Mundo e estuda a última década do Antigo Regime, quando o Mundo ainda se escrevia com letra grande, não existia qualquer diferença epistemológica entre Arte e Desporto, e os artistas eram todos backup dancers de uma banda cósmica universal. EURODANCE dança em Europeu™, mas traz legendas em Novilíngua™. Rouba lyrics às profecias xamânicas de Slavoj Žižek e à filosofia alter-dogmática de Dr. Phil, os primeiros cyborgs da História; rouba beats à ética pré-apocalíptica do movimento mashup e à moral antissocial do tecnobrega; e rouba artworks à estética proto-post-pop dos Jogos sem Fronteiras e à ética re-re-realista da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. EURODANCE é tecnotrónico, é clubístico, é pastilhado, é megalo-colonialista, é etno-musical, é bubblegum pop, é happy hardcore, é chipmunk, é autotune, é playback, é rave’ioli em lata, é vengaboys, é bota gel, é pisang ambon, é electropimba, é technochunga, é carrinhos de choque-em-cadeia, é aeróbica trance-génica, é fitness progressivo, é body pump-up the jam, é macarena, é di-rirá-rá-rá, é contemporary rococó. EURODANCE regressa a todos os pesadelos fin-de-siècle, porque ambiciona uma correção retroativa da Realidade: o Mundo acabou MESMO na noite de 31 de dezembro de 1999, quando os computadores deixaram de reconhecer a linguagem binária e o mundo (em letra pequena) colapsou. EURODANCE é por isso uma festa meteórica, em homenagem a todos os que (ainda) não morreram. Uma viagem de volta aos anos 90; uma viagem de volta ao Presente™.
Rogério Nuno Costa © 2014


EURODANCE é um estudo coreográfico para o espetáculo de teatro musical €TRASH, de Rogério Nuno Costa, com estreia prevista para 2019. Cinco bailarinos são o grupo de “backup dancers” de uma banda techno invisível, trazendo para a linha da frente aquilo que por norma é apenas decorativo, paisagístico, subsidiário. O corpo de baile é agora o protagonista. Ou sobre a tensão/confusão dialética entre Arte e Desporto.


Rogério Nuno Costa
Actor, encenador, dramaturgo, investigador, professor, curador, documentarista e escritor, desenvolve trabalho de carácter transdisciplinar em várias áreas da prática e do pensamento performativo. O seu trabalho gravita em torno da "documentação" enquanto conceito, aplicando as operações de registo, sistematização e organização arquivística a acções performativas de cariz efémero. Apresenta espectáculos, performances, vídeos, conferências, instalações e textos ensaísticos que exploram os campos do teatro, movimento, artes visuais, literatura, filosofia e antropologia, conectando contextos públicos e privados, cultura erudita e cultura pop, discursos autobiográficos e estratégias comunicacionais de teor viral. Nesses projectos, assume os papéis de performer, director artístico e consultor. É licenciado em Comunicação Social. Frequentou os mestrados em História da Arte Contemporânea e em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente, desenvolve trabalho de investigação para a construção, from scratch, de uma Multiversidade™, no âmbito do programa Visual Culture & Contemporary Art da School of Arts, Design and Architecture, Aalto University (Helsínquia, Finlândia). Como intérprete, co-criador e colaborador/consultor artístico, trabalhou com Mariana Tengner Barros, Patrícia Portela, Teatro Praga, Sónia Baptista, Lúcia Sigalho, Alain Béhar, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, Estrutura (Cátia Pinheiro & José Nunes), Joclécio Azevedo e Susana Mendes Silva. O seu trabalho já foi apresentado em Portugal, França, Reino Unido, Bélgica, Países Baixos, Roménia, Hungria, Áustria, Finlândia, Alemanha e Croácia. É professor convidado na Universidade do Minho (Licenciatura em Teatro) e “Advisor” no Transart Institute (Berlim e Nova Iorque). Foi professor convidado na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e na Hogeschool voor de Kunsten (Arnhem, Países Baixos). Escreve regularmente para publicações ligadas ao pensamento artístico e colabora com vários artistas na condição de observador/coordenador editorial e dramaturgo. Dirige o projeto documental do Ballet Contemporâneo do Norte, estrutura na qual é artista associado desde 2015.



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