9/20/2017

[SERVIÇO EDUCATIVO] UMA DANÇA POR MÊS | AUTHENTIC SOLO JAZZ



21 de Outubro | Uma Dança por Mês | Authentic Solo Jazz | Sala de Ensaio do Cineteatro António Lamoso

O Authentic Jazz Dance, abreviado para Authentic Jazz, tem como raizes as danças Afro-Americanas surgidas nos finais de 1800. A modalidade teve o seu auge a partir de 1920, na época das Big Bands, tendo contado com alguns grandes nomes como Albert ’Al’ Minns e Leon James para a sua divulgação internacional. Pode ser dançado a pares ou a Solo e inclui passos do Charleston e outros que lembram um pouco o Sapateado. Usa-se o termo Authentic Jazz por constituir as raízes do Jazz, diferenciando-se bastante de danças Jazz modernas como a dança Contemporânea e o Ballet.


Pedro Vieira, nascido em Lisboa em 1995, reside no Porto desde 2004. Iniciou-se nas danças Swing em 2012, recebendo formação na escola de danças vintage SwingStation. Começou a dar aulas de Lindy Hop durante o ano de 2013 e de Authentic Jazz em 2014, dando atualmente aulas de ambas as modalidades na escola Hop Dance Studio. Participou em festivais de dança em Portugal e Espanha, tendo sido convidado para dar aulas de Lindy Hop em festival internacional na Polónia.

21st October | One Dance per Month | Authentic Solo Jazz | Rehearsal Room at Cineteatro António Lamoso

Authentic Jazz Dance, abbreviated to Authentic Jazz, is rooted in African-American dances that emerged in the late 1800s. The style took off in 1920, at the time of the Big Bands, with some great names like Albert ' Al 'Minns and Leon James for its international release. It can be danced in pairs or solo and includes steps from the Charleston and others that resemble the Tapping. Authentic Jazz is used because it constitutes the roots of the Jazz, being different enough of modern Jazz dances like the Contemporary dance and the Ballet. 

Pedro Vieira, born in Lisbon in 1995, lives in Oporto since 2004. He started at Swing dances in 2012, receiving training at SwingStation vintage dance school. She started teaching Lindy Hop in 2013 and Authentic Jazz in 2014, giving classes at Hop Dance Studio. She has participated in dance festivals in Portugal and Spain and has been invited to teach Lindy Hop at an international festival in Poland.

[ARTISTA ASSOCIADO] PARADIGMA de DINIS MACHADO



12 de Outubro | PARADIGMA | Lund Theatreförening | SE
21 de Outubro | PARADIGMA | FIDANC Festival Internacional de Dança Contemporânea | Évora | Portugal


“Um ritual é uma sequência de atividades que envolvem gestos, palavras e objetos, praticado num lugar isolado e de acordo com uma sequência definida.”
[Dicionário Merriam-Webster]

Em “Paradigma”, criamos um folklore DIY para corpos com identidades esbatidas, através de artefactos, narrativas, danças, rituais e músicas. Paradigma é uma dança de um exotismo de lado nenhum. Um reclamar ritualista de diferença e cidadania. Uma paisagem criada de um cadavre esquis de referências paradoxais vindas de lugares faccionais. Uma cerimónia vinda de um tempo antes da divisão entre arquiteto e construtor onde se produzem símbolos abstratos com materiais complexos e uma engenharia caseira.

Música Original de Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
com vozes adicionais de Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft, Dinis Machado
Cenário, luz e figurinos Dinis Machado (SE/PT)
Consultoria Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT)
Produzido por Corp. (PT) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT),
com o Produtor Associado Clair Hicks (UK)
e administração de Interim Kultur (SE)
Co-Produção Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Criado em residência em Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), ​Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
Com o apoio de Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado é um artista associado do Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)

12th October | PARADIGM | Lund Theatreförening | SE
21st October | PARADIGM | FIDANC International Festival of Contemporary Dance | Évora | Portugal

A ritual is a sequence of activities involving gestures, words, and objects, performed in a sequestered place, and performed according to set sequence. 
[Merriam-Webster Dictionary]


In Paradigm, we work on a DIY folklore for bodies with blurry identities, created through fctional artifacts, narratives, dances, rituals and songs.
Paradigm is a dance of an exoticism from nowhere. A ritual claim for diference and citizenship. A landscape created from a cadavre exquis of paradoxical references coming from the places where we were born, the places where we live, places we have never been, and most of all, from fctional places. All of them glued together with daily practice. The body, as a mechanical piece of a bigger organic body - the stage itself. This body engages in a ceremony with consequences that are never direct or evident, but it is also a fgure of labor coming from a time before the division between the architect and the bricklayer. A working body producing abstract symbols with concrete materials and a complex homemade engineering.
A body that through this practice enters a process of abstraction, attempting to escape its own anthropomorphism.
To be a human, as to be the theatrical building, disengaged of the pursuit of a (cultural) essence. 

With original music by Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
additional voices by Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft Set
light and costume construction Dinis Machado (SE/PT)
Outside eyes Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT) 
Produced by Corp. (PT) and Ballet Contemporâneo do Norte (PT)
with the associate producer Clair Hicks (UK) and administration by Interim Kultur (SE)
With the co-production of Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Created in residency at Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
With the support of Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado is an associated artist of Ballet Contemporâneo do Norte (PT) and Weld (SE) 

EURODANCE de ROGÉRIO NUNO COSTA [CIRCULAÇÃO]


6 e 7 de outubro de 2017 às 21h00 (dia 6) e 19h00 (dia 7)
CCB . Sala de Ensaio
duração aproximada: 45 minutos – s/ intervalo
M / 6 anos
BOX NOVA | Rogério Nuno Costa

EURODANCE

Ficha Técnica

Um espetáculo do Ballet Contemporâneo do Norte
Rogério Nuno Costa direção, coreografia, texto, vídeo
André Santos, Dinis Machado, Luís André Sá, Mariana Tengner Barros, Susana Otero bailarinos
Joclécio Azevedo assistência de direção
Daniel Oliveira desenho de luz
Diogo Mendes artwork
Jordann Santos figurinos
Belamix feat. Too Limited™ (Mariana Tengner Barros & Rogério Nuno Costa) remix & cover
Miguel Refresco fotografia promocional e de cena
Cristiana Fonseca assistência de figurinos
BCN produção

Agradecimentos A Bela Associação, Luiz Antunes, Xana Novais, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Sonoscopia, Álvaro Campo, Miguel Loff Barreto, ESMAE, TeCA, Ana Carvalho, Pedro Barreiro.
Estreia Centro Cultural de Milheirós de Poiares (Santa Maria da Feira)
Acolhimentos mala voadora (Porto), Armazém 22 (Vila Nova de Gaia), Teatro Sá da Bandeira (Santarém).

O Ballet Contemporâneo do Norte é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.


EURODANCE é uma hecatombe geopolítica e tecno-emocional, um counting down a 190 beats-per-minute em direção ao Fim do Mundo, uma bad trip a bordo de um rave’ião Hamburgo/Ibiza com escala elíptica no Pará e aterragem de emergência para combustível em Luanda, uma droga psicotrópica também conhecida por Azeitegeist™. EURODANCE é um documentário pós-apocalíptico produzido pelo Departamento de Escatologia Vintage do Centro de Estudos Pré-Humanos do Novo Mundo e estuda a última década do Antigo Regime, quando o Mundo ainda se escrevia com letra grande, não existia qualquer diferença epistemológica entre Arte e Desporto, e os artistas eram todos backup dancers de uma banda cósmica universal. EURODANCE dança em Europeu™, mas traz legendas em Novilíngua™. Rouba lyrics às profecias xamânicas de Slavoj Žižek e à filosofia alter-dogmática de Dr. Phil, os primeiros cyborgs da História; rouba beats à ética pré-apocalíptica do movimento mashup e à moral antissocial do tecnobrega; e rouba artworks à estética proto-post-pop dos Jogos sem Fronteiras e à ética re-re-realista da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. EURODANCE é tecnotrónico, é clubístico, é pastilhado, é megalo-colonialista, é etno-musical, é bubblegum pop, é happy hardcore, é chipmunk, é autotune, é playback, é rave’ioli em lata, é vengaboys, é bota gel, é pisang ambon, é electropimba, é technochunga, é carrinhos de choque-em-cadeia, é aeróbica trance-génica, é fitness progressivo, é body pump-up the jam, é macarena, é di-rirá-rá-rá, é contemporary rococó. EURODANCE regressa a todos os pesadelos fin-de-siècle, porque ambiciona uma correção retroativa da Realidade: o Mundo acabou MESMO na noite de 31 de dezembro de 1999, quando os computadores deixaram de reconhecer a linguagem binária e o mundo (em letra pequena) colapsou. EURODANCE é por isso uma festa meteórica, em homenagem a todos os que (ainda) não morreram. Uma viagem de volta aos anos 90; uma viagem de volta ao Presente™.
Rogério Nuno Costa © 2014


EURODANCE é um estudo coreográfico para o espetáculo de teatro musical €TRASH, de Rogério Nuno Costa, com estreia prevista para 2019. Cinco bailarinos são o grupo de “backup dancers” de uma banda techno invisível, trazendo para a linha da frente aquilo que por norma é apenas decorativo, paisagístico, subsidiário. O corpo de baile é agora o protagonista. Ou sobre a tensão/confusão dialética entre Arte e Desporto.


Rogério Nuno Costa
Actor, encenador, dramaturgo, investigador, professor, curador, documentarista e escritor, desenvolve trabalho de carácter transdisciplinar em várias áreas da prática e do pensamento performativo. O seu trabalho gravita em torno da "documentação" enquanto conceito, aplicando as operações de registo, sistematização e organização arquivística a acções performativas de cariz efémero. Apresenta espectáculos, performances, vídeos, conferências, instalações e textos ensaísticos que exploram os campos do teatro, movimento, artes visuais, literatura, filosofia e antropologia, conectando contextos públicos e privados, cultura erudita e cultura pop, discursos autobiográficos e estratégias comunicacionais de teor viral. Nesses projectos, assume os papéis de performer, director artístico e consultor. É licenciado em Comunicação Social. Frequentou os mestrados em História da Arte Contemporânea e em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente, desenvolve trabalho de investigação para a construção, from scratch, de uma Multiversidade™, no âmbito do programa Visual Culture & Contemporary Art da School of Arts, Design and Architecture, Aalto University (Helsínquia, Finlândia). Como intérprete, co-criador e colaborador/consultor artístico, trabalhou com Mariana Tengner Barros, Patrícia Portela, Teatro Praga, Sónia Baptista, Lúcia Sigalho, Alain Béhar, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, Estrutura (Cátia Pinheiro & José Nunes), Joclécio Azevedo e Susana Mendes Silva. O seu trabalho já foi apresentado em Portugal, França, Reino Unido, Bélgica, Países Baixos, Roménia, Hungria, Áustria, Finlândia, Alemanha e Croácia. É professor convidado na Universidade do Minho (Licenciatura em Teatro) e “Advisor” no Transart Institute (Berlim e Nova Iorque). Foi professor convidado na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e na Hogeschool voor de Kunsten (Arnhem, Países Baixos). Escreve regularmente para publicações ligadas ao pensamento artístico e colabora com vários artistas na condição de observador/coordenador editorial e dramaturgo. Dirige o projeto documental do Ballet Contemporâneo do Norte, estrutura na qual é artista associado desde 2015.



8/22/2017

SERVIÇO EDUCATIVO | UMA DANÇA POR MÊS | COMO TRANSFORMAR UM ASSUNTO NUM PROCESSO




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23 SETEMBRO
Como Transformar um Assunto num Processo
com Litó Walkey
10h - 12h30
Sala de Ensaio do Cineteatro António Lamoso

Público alvo: 12 aos 65 anos
Entrada livre mediante inscrição
Inscrição através do email: bcnproducao@gmail.com
Limitado a 30 participantes

Uma Dança por Mês é um ciclo de encontros de experimentação de uma determinada técnica de movimento ou prática da dança.
Este ciclo  visa promover a construção de um lugar comunitário para a experimentação e entendimento do movimento.
A próxima sessão é com a coreógrafa grega Litó Walkey.

Como Transformar um Assunto num Processo


Uma pesquisa sobre linguagem, performance e potencial tendo em vista a possibilidade de se ser disponível para se comprometer com o improvável. Esta oficina propõe operações de formulação, montagem e amplificação de feedback proporcionando convites, aberturas sugestivas, possibilidades, para mudar a coisa como ela se apresenta. Através da identificação de unidades fragmentadas de pensamento, movimento e texto, e fazendo mudanças deliberadas de endereço, modalidade e autoria, trabalhamos para expor o possível eclipse e oscilação de intenção, plano, imperativo, tradução, roteiro, acidente, preparação, desempenho e público.

Litó Walkey é uma coreógrafa e performer sediada em Berlim. A sua prática artística trabalha com atenção a sucessões de palavras - como as composições inscritas ocorrem, indexam e convidam com relação com a performance. Litó iniciou a série de livros "como se estivesse prestes a acontecer", uma publicação de escrita colaborativa em expansão a partir de workshops na HZT. Os seus projetos incluem um Populated Soliloquy (2016), aswebegin / Weld Company (2013), Where’s the rest of me? (2012), Like that, Like this  (2008), instanded i turn (2006), The Missing Dance No.7 (2005) e  Wings Raised to a Second Power (2002). A partir de 2002-2009, Litó foi membro do grupo de performance Goat Island, com sede em Chicago. Mantém colaborações contínuas com artistas como Boris Hauf, Myriam van Imschoot, Jeanine Durning, Lucy Cash e Karen Christopher e trabalhou como intérprete com os coreógrafos Vera Mantero e Martine Piscani (a.o.). Litó foi professora e chefe do programa de coreografia de dança BA no Centro Inter-Universitário de Dança (HZT) de Berlim. Ensina regularmente no HZT Berlin e DOCH em Estocolmo, e é muitas vezes convidada a assessorar trabalho coreográfico. Completou os seus estudos de BA e mestrado em coreografia na Universidade de Artes de Amsterdão.

 
September 23rd
Turn a subject into a process
with Litó Walkey
10 a.m. - 12:30 p.m.
Cineteatro António Lamoso Rehearsal Room 

 
Target audience: 12 to 65 years old
Entry is free but registration is required
Registration via email bcnproducao@gmail.com
The maximum number of entries is 30 people  


Uma Dança por Mês is a cycle of experiential encounters of a particular movement technique or dance practice.
This cycle aims to promote the construction of a community place for experimentation and understanding of  movement.
The next session is with the greek choreographer Litó Walkey


A research in language, performance and relational potential with a focus to inaugurate a self-generated permission and become available for committing to the unlikely.
This practice proposes operations of formulation, assemblage, and feedback amplification that construct invitations, suggestive openings, possibilities, for the thing as it is, to change.
Through identifying fragmentary units of thought, movement and text, and making deliberate shifts of address, modality and authorship, we will work to expose the possible eclipse and oscillation of intension, plan, imperative, translation, script, accident, preparation, performance and audience.


Litó Walkey is a choreographer and performer based in Berlin. Her artistic practice works with attention to successions of words - how inscribed compositions take place, index and invite in relation to performance.
Litó initiated the 'as if it's just about to happen' book series, a publication of collaborative writing expanding from workshops facilitated at HZT.
Her performance projects include A populated soliloquy (2016), aswebegin / Weld Company (2013), Where’s the rest of me? (2012), Like that, Like this (2008), instanded i turn (2006), The Missing Dance No.7 (2005) and wings raised to a second power (2002).
From 2002-2009 Litó was a member of the Chicago-based performance group Goat Island. She maintains ongoing collaborations with artists such as Boris Hauf, Myriam van Imschoot, Jeanine Durning, Lucy Cash and Karen Christopher and has worked as a performer with choreographers Vera Mantero and Martine Piscani(a.o.).
Until recently Litó has been Professor and head of the BA Dance Context Choreography program at the Inter-University Center for Dance (HZT) Berlin. She now regularly teaches at HZT Berlin and DOCH Stockholm, and is often invited to advise choreographic work.
Litó completed her BA and Masters studies in Choreography at the Amsterdam University of the Arts.