7/05/2017

[ARTISTA ASSOCIADO DINIS MACHADO] A SITE SPECIFIC FOR NOWHERE



29 julho | A Site Specific for Nowhere | Norberg Festival | Suécia

Esta é uma revisitação estruturalista de actividades de caminhar e permanecer, onde cada passo é multiplicado e desdobrado numa actividade densificada. Voltando a uma serie de práticas em que ideias materialistas de cidadania são centrais, uma reafirmação espiral de ser e pertencer aqui emerge. Enquanto evento material mais do que verdade conceptual: a presença transforma gestos em actividades. Revelando uma identidade difusa e sem nome. Esta actividade pedestre transforma-se numa dança or ritual onde o movimento habita  e mapeia constelações de relações com o espaço onde a performance acontece.


 29th july | A Site Specific for Nowhere | Norberg Festival | Sweden

This is a structuralist revisitation of walking and standing activities, where stepping is multiplied and unfolded into a densified activity. Looking back into series of practices where materialist ideas of citizenship are central, a spiral restatement of being and belonging here, arises. As a material event rather than a conceptual truth: presence turns gesture into an activity. Unfolding a blurry and uncanny identity, this pedestrian activity is developed into a dance or a ritual where movement dwells and maps sets of relations with the space in which the performance is happening. 

[ARTISTA ASSOCIADO DINIS MACHADO] CYBORG SUNDAY


15 de julho
Cyborg Sunday de Dinis Machado
Aus Sicht Festival
Hamburgo, Alemanha

'Cyborg Sunday' de Dinis Machado começa com cinco performers a recordar, em voz alta, uma história que ainda vai acontecer. A história, sobre um dia na vida de um grupo de pessoas, que vivem juntas em harmonia, é contada através das impressões dos intérpretes, pelas suas recordações filtradas e sensibilidades individuais. Enquanto se esforçam por lembrar com exactidão as suas memórias, desencadeiam sensações físicas que vão mudando de forma, embora prosseguindo com a sua intenção.  Lentamente, as suas acções vão ficando mais fragmentadas, perdendo não só significado, mas também substância física. No entanto, isso não é o caos, nem corresponde a liberdade total. Em vez disso, tudo é ultra considerado e à medida que as suas máscaras sociais caem somos guiados para um mundo imaginário rico, algo com tanto de pessoal como de efémero. Mesmo quando experimentam os cabelos uns dos outros, a mais prática e mundana das suas acções, isto é realizado, não para causar efeito ou impacto, mas simplesmente porque podem fazê-lo. Podem ser os outros sem deixarem de ser eles próprios. Apesar de tudo, a realidade parece ser a ficção que criam e partilham, têm isso sob controle.  Com o desenrolar da história, os personagens convivem intimamente. Eles dormem, cozinham e comem e filmam-se a ter sexo, enquanto o movimento dos performers se torna cada vez mais ténue, de modo a que, até mesmo referências directas, a um hambúrguer, por exemplo, perdem o seu impacto literal. Talvez os movimentos estejam, também, a ser ‘desmascarados’. A única coisa que parece importar é a forma como os diferentes elementos do elenco se lembram e se relacionam com a história, a sua perspectiva pessoal unida por uma referência externa. Se a história é a moldura da peça, são os performers que mantêm tudo em conjunto através das possíveis representações, que nunca chegam a acontecer. 
'Cyborg Sunday’ funciona como um labirinto sedutor onde o fio de Ariadne nos leva não para a saída, mas para um mundo denso e intangível, profundamente interior. 
Texto de Pedro Machado  

Cyborg Sunday propõe um happening fictício, numa paisagem fictícia, num futuro ambíguo, longe de representações facilmente reconhecíveis e expectativas espetaculares de ficção científica. Como abrir as possibilidades de representação, como uma estratégia para abrir as próprias possibilidades de futuros. Longe de qualquer pretensão da totalidade, uma proposta de uma paisagem onde o prazer é revalidado como uma prioridade e ideia política. O que pode ser uma paisagem futura? O que pode ser um happening neste futuro fictício, sabendo que o futuro é sempre uma ficção no processo de se tornar realidade? E o que  é e como pode ser um corpo (humano) lá? O que pode ser uma proposta para uma vida possível? Uma performance é um convite a uma proposta provisória de uma operatividade específica. O mundo não é um estágio, mas um estágio é um espaço para experimentar, testar e experimentar mundos. Acontece num domingo fictício.
[Dinis Machado]


Um Projeto de Dinis Machado (PT3) com Anna Koch (SE), Vicky Malin (UK), Jorge Gonçalves (PT), Nikolas Kasinos (CY) e Isadora Monteiro (PT) 
Colaboração e Pesquisa Artística Pedro Machado e Catherine Long 
Operação Artur Pispalhas  
Residências ImPulsTanz (Viena), Dance4 (Nottingham), Lugar Instável (Porto) e Weld (Estocolmo)  
Co-Produção BARCO (PT), Weld (SE), NEC/Teatro Municipal do Porto (PT) e  Dance4 (UK)   
Apoio do ImPulsTanz no âmbito do “Life Long Burning” financiado pelo programa da União Europeia Cultura 2013-2018 
Desenvolvido com o apoio para as artes do Arts Council England 
Circulação com o apoio à internacionalização da Fundação Calouste Gulbenkian  
Dinis Machado é artista associado do Ballet Contemporâneo do Norte (Porto), ZDB/Negocio (Lisboa) e Weld (Estocolmo)  
Estreia Weld, Estocolmo, 12 e 13 Fevereiro 2015 
Ante-estreia Rivoli – Teatro Municipal do Porto, 21 November 2014


15th july 
Cyborg Sunday by Dinis Machado
Aus Sicht Festival
Hamburg, Germany

Dinis Machado's 'Cyborg Sunday' starts with four people remembering out loud a story which will still happen. The story, about a day in the life of a group of people who live together in harmony, is told through the performers' impressions, their filtered recollections and individual sensibilities. As they strive for accuracy their memories trigger physical sensations that fleet form whilst keeping their intention. Slowly their actions get more fragmented, loosing not only meaning but physical substance. But this is no chaos, no free for all. Instead everything is ultra considerate and as their social masks fall we are guided into an imaginatively rich world, something as personal as it is ephemeral. Even when they try each other's hairs, the more practical and mundane of their actions, this is done not for effect, not for impact, they do it simply because they can do it. They can be each other without ceasing to be themselves, after all reality seems to be the fiction the create and share, they are in control. As the story unfolds, its characters including Dinis himself, cohabit intimately. They sleep, cook and eat, and film themselves having sex while the movement from the performers becomes more and more tenuous so that even direct references, to a hamburger for instance, loose their literal impact, perhaps movements are also being 'unmasked'. The only thing that seems to matter is how the diverse cast remembers and relates to the story, their personal perspective united by an external reference. If the story is the frame of the piece it is the performers who hold everything together through the possible representations that never take place. 'Cyborg Sunday' works like a seductive labyrinth where Ariadne's thread leads one not to the exit but deep inside a dense intangible world.
[Pedro Machado]

Cyborg Sunday proposes a fictional happening, on a fictional landscape, in an ambiguous future, far from easily recognisable representations and sci-fi spectacular expectations. How to open the possibilities of representation, as a strategy to open the own possibilities of futures. Far from any pretension of totality, a proposal of a landscape where pleasure is revalidated as a political idea and priority.
What can be a future landscape? What can be a happening in this fictional future, knowing that future is always a fiction in the process of becoming reality? And what and how can be a (human) body there? What can be a proposal for a possible life?
A performance is an invitation to a provisory proposal of a specific operativity. The world is not a stage but a stage is a room to try out, to test and to experiment worlds.
It happens on a fictional Sunday.
[Dinis Machado]

A project by Dinis Machado 
performed by Anna Koch (SE), Vicky Malin (UK), Jorge Gonçalves (PT),Nikolas Kasinos (CY/UK) and Isadora Monteiro (PT)
with Pedro Machado (BR/UK) as outside eye
with the development collaboration of Catherine Long (UK)
Developed in residency atImPulsTanz (Vienna), Dance4 (Nottingham),Weld (Stockholm)
Produced by Corp (PT) and Dance4 (UK)
Supported by ImPulsTanz (AT) in the framework of 'Life Long Burning' supported by the Culture 2013-2018 programme of the European Union 
Developed with the Grant for the Arts from the Arts Council England (UK)
Supported by Nottingham Trent University (UK)
Administration: Interim kultur (SE)
In collaboration with NEC and Câmara Municipal do Porto 

(A special version with local performers was produced for the Teatro Municipal do Porto re-opening program Rivoli Já Dança on 22 November 2014)

7/04/2017

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA | E U R O D A N C E de Rogério Nuno Costa












24 a 29 de julho
residência artística, mala voadora Porto

6 e 7 de outubro
21h e 19h, respetivamente, Boxnova do Centro Cultural de Belém


“Europe was created by History (then Art). America was created by Philosophy (then Art). Economy (now Art) is creating the Rest of the World.”
— in No Limit [21st Century], a song by Too LimitedTM

E U R O D A N C E é uma hecatombe geopolítica e tecno-emocional, um counting down a 190 beats-per- minute em direção ao Fim do Mundo, uma bad trip a bordo de um rave’ião Hamburgo/Ibiza com escala elíptica no Pará e aterragem de emergência para combustível em Luanda, uma droga psicotrópica também conhecida por AzeitegeistTM.
E U R O D A N C E é um documentário pós-apocalíptico produzido pelo Departamento de Escatologia Vintage do Centro de Estudos Pré-Humanos do Novo Mundo e estuda a última década do Antigo Regime, quando o Mundo ainda se escrevia com letra grande, não existia qualquer diferença epistemológica entre Arte e Desporto, e os artistas eram todos backup dancers de uma banda cósmica universal. E U R O D A N C E dança em EuropeuTM, mas traz legendas em NovilínguaTM. Rouba lyrics às profecias xamânicas de Slavoj Žižek e à filosofia alter-dogmática de Dr. Phil, os primeiros cyborgs da História; rouba beats à ética pré-apocalíptica do movimento mashup e à moral anti-social do tecnobrega; e rouba artworks à estética proto-post-pop dos Jogos sem Fronteiras e à ética re-re-realista da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. E U R O D A N C E é tecnotrónico, é clubístico, é pastilhado, é megalo-colonialista, é etno-musical, é bubblegum pop, é happy hardcore, é chipmunk, é autotune, é playback, é rave’ioli em lata, é vengaboys, é bota gel, é pisang ambon, é electropimba, é technochunga, é carrinhos de choque-em-cadeia, é aeróbica trance- génica, é fitness progressivo, é body pump-up the jam, é macarena, é di-rirá-rá-rá, é contemporary rococó. E U R O D A N C E regressa a todos os pesadelos fin-de-siècle, porque ambiciona uma correção retroativa da Realidade: o Mundo acabou MESMO na noite de 31 de Dezembro de 1999, quando os computadores deixaram de reconhecer a linguagem binária e o mundo (em letra pequena) colapsou. E U R O D A N C E é por isso uma festa meteórica, em homenagem a todos os que (ainda) não morreram. Uma viagem de volta aos anos 90; uma viagem de volta ao PresenteTM.
Rogério Nuno Costa © 2014

E U R O D A N C E é o estudo coreográfico para um espetáculo de teatro musical chamado €TRASH. Cinco bailarinos são o grupo de “backup dancers” de uma banda techno invisível, trazendo para a linha da frente aquilo que por norma é apenas decorativo, paisagístico, subsidiário. O corpo de baile é agora o protagonista. Ou sobre a tensão/confusão dialética entre Arte e Desporto.

Direção, Coreografia, Texto: Rogério Nuno Costa
Bailarinos: Dinis Machado, Luís André Sá, André Santos, Mariana Tengner Barros e Susana Otero
Assistência de Direção: Joclécio Azevedo
Desenho de Luz: Daniel Oliveira
Artwork: Diogo Mendes
Figurinos: Jordann Santos 
Cartaz: Diogo Mendes
Remix & Cover: Jonny Kadaver feat. Too Limited™ [Mariana Tengner Barros & Rogério Nuno Costa]
Produção: Ballet Contemporâneo do Norte
Agradecimentos: Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Sonoscopia, Álvaro Campo, mala voadora.porto, A22, Miguel Loff Barreto, ESMAE, TeCA 

Ballet Contemporâneo do Norte é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.



from 24th to 29th july
artistic residency at mala voadora Porto

6th and 7th october
21pm and 19pm, respectively, at Centro Cultural de Belém

“Europe was created by History (then Art). America was created by Philosophy (then Art). Economy (now Art) is creating the Rest of the World.”
— in No Limit [21st Century], a song by Too LimitedTM


E U R O D A N C E is a geopolitical and techno-emotional hecatomb, a 190 beats-per-minute countdown to the End Of The World, a bad trip inside a rave-flight Hamburg/Ibiza with an elliptic stopover in Pará and an emergency landing for fuel in Luanda, a psychotropic drug also known as Azeitegeist™ [the cheeziness state of the arts]. E U R O D A N C E is a post-apocalyptical documentary produced by the Department of Vintage Scatology at the Pre-Human Cultural Studies Institute of the New World, researching in the last decade of the Ancien Régime, when the World was written in capital letters and there was no epistemological difference between Art and Sports; all artists were backup dancers of a universal cosmic music band. E U R O D A N C E dances in European™, with Novilingua™ subtitles. It steals its lyrics from Slavoj Žižek shamanic prophecies and from Dr. Phil’s alterdogmatic philosophy (the first cyborgs in History); it steals beats from the pre-apocalyptical ethics behind the mashup movement, and from the anti-social morals behind tecnobrega movement; and it steals artworks from the proto-post-pop aesth(ethics) behind Jeux Sans Frontières, and from the re-re-realist ethics behind the opening ceremony of the Peking Olympics. E U R O D A N C E is technotronic, is clubby, is high, is megalo-colonialist, is etno-musical, is bubblegum pop, is happy hardcore, is chipmunk, is autotune, is playback, is canned rave’ioli, is vengaboys, is hairdo’s and hairdon’ts, is pisang ambom, is electroschlager, is technocheezy, is bumper cars, is trance’genic aerobics, is progressive fitness, is body-pump-up-the-jam, is macarena, is dee-dee-na-na-na, is contemporary rococo. E U R O D A N C E goes back to all fin-de-siècle nightmares, because it ambitions a retroactive correction of Reality: the World did really end in the night of the 31st December 1999, when computers weren’t able to recognize the binary language anymore, and the world (small printed!) collapsed. Therefore, E U R O D A N C E is a meteoric party, a tribute to all those who haven’t died (yet). A journey back to the 90s; a journey back to the Present™.

E U R O D A N C E is the choreographic study for a musical theater show called €TRASH. Five dancers are the "backup dancers" group of an invisible techno band, bringing to the forefront what is usually only decorative, landscaping, subsidiary. The dance body is now the protagonist. Or about the tension / dialectical confusion between Art and Sport.

Direction, Choreography, Text: Rogério Nuno Costa
Dancers: Dinis Machado, Luís André Sá, André Santos, Mariana Tengner Barros, Susana Otero
Direction Assistance: Joclécio Azevedo
Light Design: Daniel Oliveira
Costumes: Jordann Santos
Artwork: Diogo Mendes
Remix & Cover: Jonny Kadaver feat. Too Limited™ [Mariana Tengner Barros & Rogério Nuno Costa]
Production: Ballet Contemporâneo do Norte
Support: Sonoscopia, Mala Voadora, A22, Xana Novais, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Sonoscopia, Álvaro Campo, Miguel Loff Barreto, ESMAE, TeCA, Ana Carvalho, Pedro Barreiro


Ballet Contemporâneo do Norte has the financial support of Government of Portugal / Secretary of State of Culture and City Hall Presidency of Santa Maria da Feira.


6/08/2017

SOBRE A CURADORIA 2017 - ROGÉRIO NUNO COSTA ENTREVISTA DINIS MACHADO | Parte II de VI . Junho 2017




Parte II de VI . Junho 2017

20.05.2017, Rogério
Olá Dinis,
Passou um mês e meio desde a nossa última correspondência; gostaria de retomá-la, aprofundando o único projecto integrante da tua curadoria que se encontra em curso. Refiro-me a “Uma Dança por Mês”, ciclo de encontros de experimentação de uma determinada técnica ou prática da dança que visa promover a construção de um lugar comunitário para a experimentação e entendimento do movimento. O Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, já acolheu duas sessões (danças orientais em Abril e tai chiem Maio). Uma sessão dedicada ao parkour está agendada para o mês de Junho. Gostaria que pudesses elaborar um pouco em torno da importância deste ciclo. Que lugar comunitário é este que o BCN pretende criar em Santa Maria da Feira? E quem é que o vai habitar?
R

25.05.2017, Dinis
Propus este ciclo como uma forma de diálogo com a comunidade local de Santa Maria da Feira, onde o BCN tem sede. Parece-me evidente que a relação do espectador com o espectáculo de dança depende da sua relação com a Dança, da relação com o seu próprio corpo, ou seja, da sua experiência de dança: todos temos uma experiência de dança, que pode vir de aulas de dança, de dançar numa discoteca, ou de pertencer ao grupo folclórico da terra. Tenho vindo a reparar que existe, por vezes, uma relação muito metafórica com os trabalhos; os espectadores tentam por tudo encontrar uma mensagem, ainda que nem todos os espectáculos de dança proponham isso. Muitos espectáculos propõem dramaturgias intrínsecas aos modos de fazer dança: como se dança?, o que se dança?, como se produz uma dança?, quão improvisada, praticada ou fixa é uma dança?. Essas questões criam a dramaturgia da dança, e se há espectáculos onde essa dramaturgia intrínseca se acumula com uma mensagem veiculada, há outros, como aqueles que proponho para esta curadoria, que estabelecem a sua própria estrutura e prática como centro dramatúrgico. Nesse sentido, a minha ideia com este ciclo consiste em convidar o público, uma vez por mês, a experimentar um paradigma de dança ou uma prática de movimento. Um convite ao público de Santa Maria da Feira para que dirija o seu olhar em relação aos espectáculos que propomos para a dramaturgia do seu fazer, e não tanto para a mensagem que o espectáculo possa conter. Um convite a que cheguem aos nossos espectáculos deste ano com as perguntas “Que dança é esta?” e “Como se dança esta dança?” em vez de “O que é que esta dança quer dizer?”.
Abraço,
Dinis

5/26/2017

[ARTISTA ASSOCIADO DINIS MACHADO] BARCO DANCE COLLECTION





4 de junho | Serralves em Festa | Porto, Portugal
24 de junho | Critical Path | Sidney, Australia
30 de junho | Chisenhale | 17h-20h30 | Londres, Reino Unido

BARCO Dance Collection

Um projecto iniciado e dançado por Dinis Machado (SE/PT)
com danças de Lucy Suggate (UK), Vicky Malin (UK), Robbie Synge (UK), Katerina S. Andreou (GR/FR), Javiera Péon-Veiga (CL), Elisabete Finger (BR), Anna Koch (SE), Rosalind Goldberg (SE), Rebecka Stillman (SE), Lito Walkey (US/DE), Rachel Tess (US/SE), Jorge Gonçalves (DE/PT), Ali Moini (IR/FR), Miguel Jaime (UY/AR).
e ensaios de olhares curatoriais de Kate Marsch (UK), Chris Lewis-Jones (UK).
Coproduzido por Weld (Stockholm), Ballet Contemporâneo do Norte (Porto), METAL (Peterborough), Dance4 (Nottingham), Critical Path (Sydney) | Criado em residência em MARC (Kivic), Matadouro (St. Maria da Feira), Nave (Chile), METAL (Peterborough), Dance4 (Nottingham), Critical Path (Sydney), Inter Arts Centre (Malmo), Konstnärsnämnden (Stockholm) | Projecto financiado por Kulturrådet / Swedish Arts Council (SE), Konstnärsnämnden / Swedish Arts Grants Committee (SE), Arts Council England (UK), DGartes (PT)

BARCO Dance Collection é um projecto onde Dinis Machado convida outros coreógrafos a criarem solos curtos (10 a 15 min) para ele dançar.
Dinis Machado vai dançar 5 danças da colecção no Serralves em Festa. Enquanto o seu corpo é atravessado por estas danças, ele vai negociar a ideia especifica de bailarino que cada coreógrafo propõe enquanto navega por uma hora de dança contínua.
BARCO é uma colecção de danças mais do que um conjunto de espectáculos de dança. Sem figurinos, cenografia ou iluminação especificas, as danças de BARCO são desenhadas para serem apresentadas em qualquer lugar. 
Sendo a condição da dança eminentemente imaterial, enquanto mapa, esta é uma colecção de práticas mais do que dos objectos que a rodeiam.

Line up Serralves em Festa:
Katerina S. Andreou (GR/FR)
Miguel Jaime (UY/AR)
Vicky Malin (UK)
Elisabete Finger (BR)
Javiera Péon-Veiga (CL)


JUNE 4th | Serralves in Party | Oporto, Portugal
JUNE 24th | Critical Path | Sidney, Australia
JUNE 30th | Chisenhale | 17h-20h30 | London, UK

BARCO Dance Collection


A project started and danced by Dinis Machado (SE / PT) 

with choreographies from Lucy Suggate (UK), Vicky Malin (UK), Robbie Synge (UK), Katerina S. Andreou (GR / FR), Javiera Péon-Veiga (CL), Elisabete Finger, Rosalind Goldberg (SE), Rebecka Stillman (SE), Litó Walkey (US / DE), Rachel Tess (US / SE), Jorge Gonçalves (DE / PT), Ali Moini AIR). 
And curative looks from Kate Marsch (UK), Chris Lewis-Jones (UK). 
Co-produced by Weld (Stockholm), Contemporary Northern Ballet (Porto), METAL (Peterborough), Dance4 (Nottingham), Critical Path (Sydney) 
Born in MARC (Kivic), Matadouro (St. Maria da Feira), Nave (Chile), METAL (Peterborough), Dance4 (Nottingham), Critical Path (Sydney), Inter Arts Center (Malmo), Konstnärsnämnden 
Project funded by Kulturrådet / Swedish Arts Council (SE), Konstnärsnämnden / Swedish Arts Grants Committee (SE), Arts Council England (UK), DGArtes (PT)

BARCO Dance Collection is a project where Dinis Machado invites other choreographers to create short solos (10 to 15 min) for him to dance. 

BARCO is a collection of dances more than a set of dance shows. 
Without specific costumes, set design or lighting, BARCO dances are designed to be displayed anywhere. 
Being the condition of dance eminently immaterial, as a map, this is a collection of practices more than the objects that surround it.  
Dinis Machado will dance 5 dances from the collection at Serralves in Festa. 
While your body is pierced by these dances, it will negotiate the specific idea of ​​a dancer that each choreographer proposes while navigating for an hour of continuous dancing. 

Line up Serralves in Party:

Katerina S. Andreou (GR / FR) 
Miguel Jaime (UY / AR) 
Vicky Malin (UK) 
Elisabete Finger (BR)
Javiera Péon-Veiga (CL)