10/18/2016

ARTISTA ASSOCIADO | ROGÉRIO NUNO COSTA | COPYWRONG

COPYWRONG
Workshop
Com a coordenação do nosso artista associado Rogério Nuno Costa
do Daniel Pinheiro e da Fátima São Simão

Quinta, 20 Outubro
15h - 18h
PINC UPTEC




A creation experience to identify the “dos” and “don’ts” of copyright rules in the performing arts (and how to turn “donts” in “dos”).
This workshop is part of a co-creation processe towards a performance which aims to be an education tool for artists who are constantly dealing, simply ignoring or cleverly overcoming issues of copyright. The idea is to bring in your own experiences (good or bad), discuss them and produce a short performance to be presented Saturday (23rd). We will also film it and distribute it online under CC license.
Who may be interested in joining?
performing artists and creators
Participants should bring:
comfortable clothing and content (either their own or other’s) they cannot use or publish openly.

Rogério Nuno Costa is a Portuguese performance artist based in Helsinki (Finland). His work deals with the major concept of documentation when applied to ephemeral performative actions. His performances, videos, conferences, show cases, installations and texts explore the fields of theatre, movement, visual arts, literature, philosophy and anthropology, interconnecting public and private contexts, autobiographical discourses and informational/communicational strategies: social networking, advertising, conceptual propaganda, guerrilla art, piracy. Apart from his own performance work, he has been several times invited to write and direct theatre and dance performances for other artists and companies, also working as a dramaturgist and artistic consultant. He’s also a researcher, a curator, a writer and a “conceptual” chef. Major in Communication and Journalism, has studied Contemporary Art History and Contemporary Culture & New Technologies. Currently, he is teaching a theatre direction laboratory to the Major in Theatre at Universidade do Minho (Guimarães, Portugal), and is also doing research within the frame of Visual Culture and Contemporary Art (ViCCA) MA program at Aalto University’s School of Arts, Design and Architecture (Helsinki, Finland), developing a series of meta-pedagogical activities concerning the Year One of his project “University/Yliopisto“. Associated artist at Ballet Contemporâneo do Norte.
Fátima São Simão was born in Porto, in 1981, where she completed her degree in Economics, at the Faculty of Economics of the University of Porto. She lived in Italy, as an Erasmus student, and in the UK, where she did her MA in Cultural Policy and Management, at City University of London. During her studies, she worked as a performer, both in theatre and film, later co-founding the performing arts group Sem Palco (2010).
Fátima works at UPTEC – the Science and Technology Park of the University of Porto (uptec.up.pt) since 2009, where she started as director of the Creative Industries Center (PINC). She is today UPTEC’s director of development, continuing her mentorship to creative startups and coordination of the communication department.
She is the executive manager of futureplaces.org – medialab for citizenship and the public lead of Creative Commons Portugal, with special focus on open business models and artistic work.
Fátima is currently a PhD student in Art and Design, at the Faculty of Fine Arts of the University of Porto, researching about the economic and creative impacts of copyright in Portugal.

9/21/2016

ARTISTA ASSOCIADO | DINIS MACHADO | PARADIGMA



29 de Setembro 
2 apresentações: 18h e 20h

RÖDA STEN KONSTHALL

info@rodastenkonsthall.se
Röda Sten Konsthall
Röda Sten 1
414 51 Göteborg
Sweden

 
“Um ritual é uma sequência de atividades que envolvem gestos, palavras e objetos, praticado num lugar isolado e de acordo com uma sequência definida.”
[Dicionário Merriam-Webster]
Em “Paradigma”, criamos um folklore DIY para corpos com identidades esbatidas, através de artefactos, narrativas, danças, rituais e músicas. Paradigma é uma dança de um exotismo de lado nenhum. Um reclamar ritualista de diferença e cidadania. Uma paisagem criada de um cadavre esquis de referências paradoxais vindas de lugares faccionais. Uma cerimónia vinda de um tempo antes da divisão entre arquiteto e construtor onde se produzem símbolos abstratos com materiais complexos e uma engenharia caseira.



Música Original de Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
com vozes adicionais de Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft, Dinis Machado
Cenário, luz e figurinos Dinis Machado (SE/PT)
Consultoria Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT)
Produzido por Corp. (PT) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT),
com o Produtor Associado Clair Hicks (UK)
e administração de Interim Kultur (SE)
Co-Produção Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Criado em residência em Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), ​Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
Com o apoio de Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado é um artista associado do
Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)

Fotografias: Susana Paiva

9/12/2016

IN A MANNER OF SPEAKING | DINIS MACHADO PARA O BCN




ESTREIA
29 de Outubro | 22h
CINETEATRO ANTÓNIO LAMOSO, Santa Maria da Feira


Rua Professor Egas Moniz, 11
4524-909 Santa Maria da Feira
cineteatro@cm-feira.pt
256337060


Uma peça do Ballet Contemporâneo do Norte
coreografada por Dinis Machado
e dançada por Mariana Tengner Barros, Filipe Pereira, Jorge Gonçalves e Susana Otero
 
Desenho de Luz, Som e Figurinos: Dinis Machado
Fotografia de Cena: Miguel Refresco
Registo Vídeo: Diogo Mendes
Design Gráfico: Eduardo Ferreira
Produção: BCN
Agradecimentos: A22, CMSMF
Agradecimento Especial: Sr. Eugénio Campos






I melted my gender into a skin of stone
A bone
A physical rhyme
A tender mime of a desire of mine
 
In a Manner of Speaking é um poema, não como devaneio lírico, mas como lugar onde a escrita coreográfica se sedimenta na sua própria dimensão lúdica. Começou com um convite do Ballet Contemporâneo do Norte para re­visitar a minha primeira peça de grupo Parole, Parole, Parole... (2010).

Sem qualquer nostalgia formal, sobraram desta re­ponderação um micro-universo em contínua reformulação e o investimento na função fática de uma linguagem coreográfica que abandona a sua dependência de qualquer ideia de conteúdo, desenvolvendo-se como exercício proto-político de presença (colectiva), não minimal ou essencialista, mas hiperficcional.

In a Manner of Speaking é assim uma auto­ficção estrutural sobre uma companhia de dança. Um exercício hiper­formal de um virtuosismo inventado a partir de fragmentos e técnicas de uma história da dança propositadamente lacónica, apropriada e inventada. Uma especulação subjectiva, um olhar deformado e calcificado por uma prática convicta. Um manifesto anti-essencialista onde ficções e factos se misturam, sem qualquer hierarquia, para a criação de um habitat proto-futurista. Uma emancipação da verdade e uma celebração da ficção. Um exercício para reclamar o direito de reinventar a história do seu próprio corpo e cidadania. Uma coreografia mirabolante onde os corpos dos performers são postos às avessas, não através de qualquer ilustração de exercício libertário, mas através de uma aceleração hiperformal.

Será talvez evidente o acento de uma reflexão e reescrita de género neste exercício ficcional:
Corpos remontados pelo paradoxo entre a evidência e a impossibilidade da definição do feminino.
Corpos proto-futuristas que se experimentam no jogo lúdico de propor uma ideia de dança que os reestrutura.
Corpos que se propõem a uma prática de género pós-binário e pós-panfletário.
Uma metamorfose intima de um queer silencioso que acontece na quase invisibilidade dos ossos, da carne e da pele.




8/02/2016

ARTISTA ASSOCIADO | DINIS MACHADO | PARADIGMA







5 de Agosto | 21h30

Citemor Festival
TCSB Teatro da Cerca de São Bernardo
Cerca de São Bernardo, 3000-097 Coimbra
239 718 238
+ em http://citemor.blogspot.pt

20 de agosto | 19h

21 de agosto | 16h
Wanas Konst, Knislinge
BOX 67
289 21 Knislinge ,Suécia
info@wanaskonst.se
  


“Um ritual é uma sequência de atividades que envolvem gestos, palavras e objetos, praticado num lugar protegido e de acordo com uma sequência definida.”


[Dicionário Merriam-Webster]


Em Paradigma, criamos um folklore DIY para corpos com identidades esbatidas, através de artefactos, narrativas, danças, rituais e músicas. Paradigma é uma dança de um exotismo de lado nenhum. Um reclamar ritualista de diferença e cidadania. Uma paisagem criada de um cadavre esquis de referências paradoxais vindas de lugares faccionais. Uma cerimónia vinda de um tempo antes da divisão entre arquiteto e construtor onde se produzem símbolos abstratos com materiais complexos e uma engenharia caseira.



Música Original de
 Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)


 com vozes adicionais de Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft, Dinis Machado 
Cenário, luz e figurinos
 Dinis Machado (SE/PT)

Consultoria
 Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT)

 Produzido por Corp. (PT) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT) 
com o Produtor Associado Clair Hicks (UK)

e administração de Interim Kultur (SE)

Co-Produção
 Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)

Criado em residência em
 Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT),  Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)

Com o apoio de
 Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)

Dinis Machado é um artista associado do
 Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)



7/05/2016

ARTISTA ASSOCIADO | DINIS MACHADO | PRACTICING PARADIGM







27 julho | 19h30 e 21h30 | mala voadora.porto
Rua do Almada 283
4050-038 Porto
917 351 490

reservas@malavoadora.pt


PRACTICING PARADIGM é uma versão do solo PARADIGM onde Dinis Machado revisita a partitura deste trabalho retirando-lhe a cenografia, figurinos e objetos.

O solo original, PARADIGM, é um folklore ficcional futurista onde uma serie de danças e rituais acontecem em relação com uma cenografia e um figurino que alteram tanto a estrutura do corpo como do espaço, tornando-se parte estrutural da produção do movimento destas danças.

Em PRACTICING PARADIGM, Dinis revisita a partitura deste solo num espaço vazio e sem figurino. Esta versão desenvolve-se assim em diálogo com a resolução coreográfica destas ausências estruturais e da forma como estas se sedimentam no movimento: retirado o objeto que modifica a estrutura do corpo, o movimento é depois olhado enquanto movimento abstracto no espaço, e reativado não através da mímica da situação ausente mas através de uma re-atualização e re-ancoragem deste movimento abstratizado nas circunstancias concretas do espaço especifico em que esta revisitação está a acontecer.

PARADIGM é um projecto de Dinis Machado
com musica original de Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
com vozes adicionais de Lillemor Tenevall (SE), Kai Kangassalo (FI/SE), Gonçalo Ferreira (PT), Britta Amft (SE), Dinis Machado (SE/PT)
com pós produção de Henrik Wiklund (SE)
e com assistência dramatúrgica de Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), e Jorge Gonçalves (DE/PT)

Produzido por BARCO (SE) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT), com a produtora associada para Inglaterra Claire Hicks (UK) e administração na Suécia por Interim Kultur (SE) // Com a co-produção de Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) e Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE) // Criado em residênciaem Weld(Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT),  Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)// Com o financiamento de  Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) e DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT) // Dinis Machado é um artista associado de Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)

Dinis Machado vive e trabalha entre Estocolmo e o Porto, onde nasceu. Foi um dos nomeados para o prémio Jardin D’ Europe no ImpulzTanz Viena 2014. Tem o MA em Coreografia a pela DOCH em Estocolmo, dirigido por Jefta Van Dinther e Frederic Gies, e estudou também Artes visuais na Maumaus, teatro na ESTC e ACE assim como Ballet e dança contemporânea no Balleteatro. Desde 2007 apresentou o seu trabalho na Áustria, Croácia, Uruguay, França, Suécia, Alemanha, Inglaterra e Portugal. Participou em contextos de pesquisa como AWaRE (Alkantara 2014) mediado por Sofia Dias e Vitor Roriz, Encontros Rumo mediados por Vera Mantero e Miguel Pereira, e Mugatxoan (Serralves/Arteleku) dirigido por Blanca Calvo e Ion Monduate. Do seu percurso como performer salienta as colaborações com DD Dorvillier, Mikael Klien, Miguel Pereira, Trisha Brown Dance Company, Rogério Nuno Costa, Miguel Loureiro, O Cão Solteiro, e Isabel Barros.

ARTISTA ASSOCIADO | ROGÉRIO NUNO COSTA | TERCEIRA VIA





12 de julho | 21h | MOSTEIRO SÃO BENTO DA VITÓRIA | Sala do Tribunal
Rua de São Bento da Vitória
4050-543 Porto
800 10 86 75

bilheteira@tnsj.pt

TERCEIRA VIA™ inicia o Ano Um (biénio 2014/15) do macro-projecto Universidade/Yliopisto, uma plataforma meta-educacional que acontece entre dois extremos da €uropa: Portugal e Finlândia. A performance constrói-se a partir de uma síntese textual em jeito de programa de acção partidária, aglomerando todos os empreendimentos performativos que Rogério Nuno Costa tem vindo a escrever e a apresentar desde 2008, projectos onde a investigação meta-teatral, a contaminação por discursos oriundos da Ciência, da Tecnologia, da Cultura Pop e da Filosofia, e a autonomização/emancipação da dramaturgia em detrimento do objecto-espectáculo se verificam cada vez mais: Espectáculo de Teatro (2008), MASHUP (2009), Selecção Nacional(2010), Residência (Artística) (2012), Realpolitik (2012) e EURODANCE (2014). Para tal, ficcionaliza-se um partido político, um guru espiritual e uma ideia mais ou menos espectacular de comício, para se falar de uma terra prometida: geograficamente localizada no Norte “civilizado”, ela é o escape e a salvação pós-apocalíptica para o Fim das Grandes Narrativas Históricas. Ao mesmo tempo, ensaiam-se teorizações metafísicas disruptivas e fracturantes sobre o devir do Humano, numa atitude demissionária e distópica em relação à Europa em que vivemos, com base numa equação peripatética (1+1=3) e numa alegoria pós-apocalíptica onde a Neutralidade é assumida como conceito operativo ao mesmo tempo ético e estético, ou ético porque estético, ou est(ético). Numa perspectiva mais lírica, TERCEIRA VIA reconciliante; trata-se, de facto, da instauração de uma nova ordem que é terciária. "Fazer parte" de um País, de uma cultura, de uma língua, de um povo, é também, e por isso, um acto de tradução, e é esse gesto de permanente codificação/descodificação, legendagem, catalogação e revelação/descrição de sentidos que se baseia a base deste texto-performance. Como se a fuga possível para o cansaço pós-moderno desta Europa em processo eruptivo/implosivo fosse a criação de uma Novilíngua.talvez, mas também não cai nessa atitude consoladora de impor um não e sim™ corresponde à tentativa de transformar esteticamente o fascínio por um País (“Fim-Lândia” aqui transformada em abstracção conceptual) num programa filosófico e espiritual, suprimindo o Real histórico em favor de uma elasticidade espácio-temporal que derruba todas as duplicidades: o Mundo não se divide em sim e não, mas também não cai nessa atitude consoladora de impor um talvez reconciliante; trata-se, de facto, da instauração de uma nova ordem que é terciária. "Fazer parte" de um País, de uma cultura, de uma língua, de um povo, é também, e por isso, um acto de tradução, e é esse gesto de permanente codificação/descodificação, legendagem, catalogação e revelação/descrição de sentidos que se baseia a base deste texto-performance. Como se a fuga possível para o cansaço pós-moderno desta Europa em processo eruptivo/implosivo fosse a criação de uma Novilíngua.

Concepção, Texto, Interpretação — Rogério Nuno Costa
Light Design — Diogo Mendes
Colaboração — Cátia Pinheiro
Voz Off — Ágata Pinho
Webstreaming — Daniel Pinheiro
Artwork/Vídeo Promocional — Diogo Mendes
Styling — Jordann Santos
Morphing — António MV
Participação Especial — Kirsi Poutanen
Tradução — Mika Christian Tissari
Apoio à Elocução — Sade Risku
Fotografia de Cena — Daniela Silva, Pedro Costa & André Miguel
Apoio à Produção — Ballet Contemporâneo do Norte (Artista Associado)
Apoio a residências — Núcleo de Experimentação Coreográfica + Mala Voadora (Porto), HIAP + Galleria Nunes (Helsínquia), EIRA (Lisboa)
Co-produção — Circular Associação Cultural, Curtas Metragens CRL, Solar Galeria de Arte Cinemática, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian
Acolhimentos: Clube Ferroviário/SillySeason, Galeria ZDB/Rabbit Hole, Teatro Académico Gil Vicente/Colectivo 84 (Festival END), Mala Voadora (Porto), Centro para os Estudos da Arte e Arquitectura (Guimarães), ZonaD dancelabs/Gabriela Tudor Foundation (Bucareste), Rua das Gaivotas6/Teatro Praga (Lisboa), Teatro Construção (Joane), Armazém 22 (Vila Nova de Gaia), Teatro Sá da Bandeira (Santarém), Cine-Teatro de Fafe

Agradecimentos: Susana Otero, Inês Nogueira, Mickaël Oliveira, Mika Palo, Jaakko Kiljunen, Eva Malainho, Toni Ledentsa, Diana Bastos Niepce, Klaus Ittonen, Cristiana Rocha, Ulla Janatuinen, Paulo Vasques, José Nunes, Pedro Penim, Balleteatro, João Nemo, Ricardo Bastos Areias, Renato Freitas, Daniela Silva

Performance falada em Português, Finlandês e Novilíngua. Criada originalmente para o programa 
“Cuidados Intensivos”, com curadoria de Joclécio Azevedo, para o Circular – Festival de Artes 
Performativas de Vila do Conde (2013).
Rogério Nuno Costa é artista, investigador, professor, curador e escritor em vários projetos coolturais e pós-artísticos, formalmente americanos, conceptualmente europeus, religiosamente Kopimistas, filosoficamente Piratas e literariamente re-re-realistas (ou realistas gagos). Com formação académica na área da Comunicação, considera-se um observador (participante) com uma curiosidade mórbida pela arte que se parece mesmo com Arte, só devolvendo o resultado das suas investigações porque é o que manda o Código Deontológico dos Jornalistas. Na persona do Chef Rø, tem elaborado inúmeros cruzamentos da Cozinha Conceptual™ com as artes performativas e os novos media, pretendendo com isso que a Arte se eleve à categoria de Gastronomia (o contrário já foi feito). Não é ator; considera que todos os trabalhos de teatro/performance que realizou em colaboração com diversos artistas e companhias foram trabalhos de consultoria. Prepara para 2016 a construção (from scratch) de uma “Universidade” e o lançamento (no espaço e no tempo) do musical techno “€TRASH”.

6/07/2016

ACOLHIMENTOS | COMPANHIA ASTA | UM CLÁSSICO






8 de junho | 21h30 | Teatro Municipal da Covilhã 
Rua Rui Faleiro, 1-3
Covilhã

17 junho | 21h30 | Auditório Milheirós de Poiares
Praça de S Miguel, 19
Milheirós de Poiares

18 de junho | 21h30 | Auditório da Tuna Musical Mozelense
Alameda Alfredo Henriques, 4535-159



Um Clássico atravessa gerações. Toca a todos (porque trata temas que tocam a todos) porque persiste na memória coletiva. Um Clássico representa ideias da época em que é criado. Um Clássico representa sentimentos da época em que é criado. Um Clássico mostra paixões intensas e múltiplas. Um Clássico regista a complexidade do seu tempo. Um Clássico inventa a complexidade do seu tempo. Um Clássico retrata um contexto histórico importante. Um Clássico usa (inesperadamente) uma linguagem inesperada. Um Clássico cria expressões exemplares e inusitadas. (Um Clássico usa sempre o antigo acordo ortográfico?!). Um Clássico não se enquadra em nenhum estilo (e é possível que crie um estilo novo). Um Clássico é inovador (então mas não era Um Clássico?). Um Clássico repercute-se na vida das pessoas e na vida das (outras) obras. Um Clássico é-nos familiar. Um Clássico nunca pára de dizer aquilo que tem para dizer. Um Clássico é inesgotável. Um Clássico produz efeitos nas consciências. Um Clássico é uma forma de conhecimento. Um Clássico relê-se e redescobre-se. Um Clássico revela. Um Clássico dura. Um Clássico diz não à morte. É isto que nos proponho criar, Um Clássico. Usando todos os parâmetros que o definem (sobretudo para Ítalo Calvino) para criar um novo trabalho. Usando esses parâmetros, acima mencionados, como ingredientes para essa criação: como ferramentas, como pistas, como guião de procedimentos. Recorrendo também a excertos de clássicos já existentes (outros clássicos), clássicos que nos ajudem, que nos empurrem, que nos obriguem, que nos iluminem. Em termos de trabalho com o espaço, pretendemos continuar a explorar o seu uso de um outro modo que permite ao espectador atravessar o ato performático, visitá-lo, ativá-lo, sentir-se dentro dele e parte dele. Trabalharemos também em torno da palavra, exercer a palavra, exercita-la, brincar com ela, usá-la para sonhar, para jogar, para a fazer percutir. Iremos promover a pesquisa, a experimentação, a criação e a inovação artísticas. Trabalhar com a palavra também para conhecer e reconhecer quais os Bens Essenciais Imateriais da população circundante. Novos clássicos irão certamente surgir, a usar e entrelaçar no seio do trabalho com os clássicos já existentes; para criar Um Clássico. 
Criação e direção | Vera Mantero
Assistente de direção | Elizabete Francisca
Interpretação_ Carmo Teixeira | Sérgio Novo
Guarda Roupa | Inês Santos
Cenografia | Sérgio Novo
Direção Técnica | Pedro Fonseca
Produção e comunicação | Rui Pires
Design Gráfico | Sérgio Novo

Sobre a ASTA
Estrutura profissional fundada em 2000, encontra a sua identidade numa cultura transdisciplinar, tendo por base o teatro, que abraça todas as artes por igual e como uma forma de expressão da existência humana. Desde a sua origem a ASTA procura a originalidade e a diferença a fim de alcançar a individualidade nas suas criações, nos métodos e nas linguagens, reinventando clássicos, desenvolvendo formas inovadoras de atuar, usando novas formas de expressão e recorrendo às novas tecnologias como ferramentas importantes de criação. O seu trabalho é bastante diversificado e vai desde o serviço educativo, à realização de festivais, criação e produção de peças de teatro, edições, performances, animações, intercâmbios, residências, formações e workshops em várias áreas. Desde 2000 a ASTA já apresentou os seus trabalhos na maioria do território português. No estrangeiro já se apresentou no Brasil (Blumenau, São Paulo, Sorocaba); na Costa Rica (San José e Puntarenas); em Espanha (Corunha, Albacete, Badajoz, Cáceres, Granada, Lugo, Madrid, Ourense, Plasencia, Pontevedra, Santander, Santiago de Compostela, Sevilha e Vigo); em França (Albi); em Itália (Livorno), na Turquia (Istambul) e, na Venezuela (Coro). O seu trabalho é frequentemente reconhecido e premiado por várias entidades e Júris de festivais, tanto em Portugal como no estrangeiro. Possui inúmeras parcerias com Companhias nacionais e Estrangeiras, o que permite o desenvolvimento de um trabalho em rede. 
Vera Mantero
Estudou dança clássica. Integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989. Começou a coreografar em 87 e desde 91 tem mostrado o trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA e Singapura. Destacam-se os solos: Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois (91); Olympia (93); uma misteriosa Coisa, disse o e.e.cummings* (96); O que podemos dizer do Pierre (2011) e Os Serrenhos do Caldeirão, exercícios em antropologia ficcional (2012); e as peças de grupo: Sob (93); Para Enfastiadas e Profundas Tristezas (94); Poesia e Selvajaria (1998); Até que Deus é destruído pelo extremo exercício da beleza (2006) e Vamos sentir falta de tudo aquilo de que não precisamos (2009). Participa em projetos internacionais com Lisa Nelson, Mark Tompkins, Meg Stuart e Steve Paxton. Desde 2000 dedica-se ao trabalho de voz, cantando repertório de vários autores e co- criando projetos de música experimental. Em 99 a Culturgest organizou durante um mês uma retrospetiva do seu trabalho realizado até à data e que se intitulou: Mês de Março, Mês de Vera. Comer o Coração, criado em parceria com o escultor Rui Chafes, representou Portugal na 26a Bienal de São Paulo 2004. Ensina composição. Em 2002 foi-lhe atribuído o Prémio Almada (IPAE/Ministério da Cultura Português) e em 2009 o Prémio Gulbenkian Arte pela sua carreira. Em 2013 e 2014 criou as instalações performativas Oferecem-se Sombras e Mais Pra Menos Que Pra Mais, a última em parceria com a Culturgest e o Teatro Maria Matos.

5/24/2016

ARTISTA ASSOCIADO | ROGÉRIO NUNO COSTA | THE TEMPEST



THE TEMPEST™, amusement park

[Exercício resultante do Laboratório orientado por Rogério Nuno Costa em colaboração com os alunos do 2.º ano do curso de Teatro da Universidade do Minho, Guimarães]
8 de junho | 21h | mala voadora.Porto
Rua do Almada, 277


Transformar um clássico da literatura dramática numa experiência lúdica é quase a mesma coisa que filmar uma tempestade num copo d’água (de plástico, preferencialmente) e depois ampliar o resultado na tela do cinema. Este filme — que é de época porque acontece no futuro condicional — apresenta assim um problema de escala na forma de parque temático: todos os espetáculos são sempre sobre qualquer coisa, logo, não existe qualquer diferença epistemológica entre Arte e Entretenimento: indie e pop, juntos, perfazem agora um género só. 17 alunos de Teatro, em evidente crise de identidade (sexual e social), regressam à Ilha jurássica de Próspero como quem regressa-às-jaulas, cumprindo o dress code, decorando todas as senhas de acesso, e entregando-se à tarefa pré-dramática de des-aprisionar a História do âmbar — para mais tarde recordar. Dizem: “Fazer espetáculos (atuais) é tão 1616...”. É que a História, sobretudo a do Teatro, é como a memória da água nos medicamentos homeopáticos, ou seja, sofre de Alzheimer. Mas ao contrário: quatrocentos anos depois e ainda não nos esquecemos que o Shakespeare morreu! Porque não há maneira de lutar contra o sistema (o do tempo e os outros), entremos então no parque (humano) de todas as manobras de diversão e de todas as encenações de liberdade. Nada mais nos resta senão honrar a racionalidade de Próspero, abandonar o a-narrativo, o demencial e todo o rococó contemporâneo, e entender que a melhor história a ser contada é a História ela própria.

Interpretação & Co-criação | Ana Brandão, Ana Leite, Bárbara Figueiredo, Carolina Sá, Catarina Carvalho, Cidália Carvalho, Diogo Carvalho, Inês Serôdio, Lúcia Lopes, Miguel Loureiro, Sabrina Rebelo, Zacarias Gomes
Participação Especial | Francesca Rayner
Assistência de Encenação | Sílvia Almeida
Cenografia: Eva Ribeiro | Desenho de Luz: Mariana Dixe (sob tutoria de Diogo Mendes)
Figurinos: Eva Ribeiro (sob tutoria de Jordann Santos)
Fotografia Promocional & de Cena: Xana Novais
Vídeo Promocional | Shahin Rahmani
Direção de Produção | Gabriela Anderson
Produção Executiva | Mariana Dixe, Sílvia Almeida
“Welcome To The Tempest™, Amusement Park” original opening sequence composed by Gerald Kurdian  Apoio: Mala Voadora 

5/17/2016

MUTE | COREOGRAFIA DE SUSANA OTERO


MUTE
Antestreia
19 maio
21h45
Mercado Municipal 
Santa Maria da Feira
Imaginarias | Festival Internacional de Teatro de Rua 2016

ARTISTA ASSOCIADO | DINIS MACHADO | CYBORG SUNDAY

                   Cartaz Sílvia Prudêncio

Apresentação única em Lisboa de Cyborg Sunday de Dinis Machado, após ante-estreia no Porto e estreia em Estocolmo.


NEGÓCIO, ZDB 

Quarta, 18 de Maio às 21h30 
+ info: https://goo.gl/j2LcLo
reservas@zedosbois.org


Com um elenco internacional, surgiu como resposta a uma comunidade artística dispersa pela Europa, pelo desenvolvimento da crise económica em Portugal. Dinis Machado imaginou um domingo numa ilha deserta em que uma comunidade está ocupada a criar uma nova realidade para si.

c/ Vicky Malin (UK), Nikolas Kasinos (CY), Goncalo Ferreira (PT), Isadora Monteiro (PT) e Anna Koch (SE)

5/05/2016

MUTE, IMAGINARIUS - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE RUA 2016



20 e 21 de Maio | 16h00 e 21h45 | Mercado Municipal Santa Maria da Feira – Interior
R. Descobrimentos 7
4520 Santa Maria da Feira

MUTE é um espetáculo intimista, uma experiência sensorial que nos permite transportar para uma realidade sensível próxima ou longínqua do nosso quotidiano. MUTE é uma viagem a um silencio ensurdecedor e desconcertante, que nos desperta para uma questão social. A experiência resultante deste espetáculo permite aproximar a emoção da negação social, abordando um estanho desconforto que nos conduz a uma surdez temporária.


Autoria Daniel Vilar (Imaginarius)
Direção Criativa Bruno Costa e Daniel Vilar (Imaginarius)
Direção Musical David Santos (Noiserv)
Direção de Movimento Susana Otero (Ballet Contemporâneo do Norte)
Assistência à Direção de Movimento Carlos Silva
Desenho de Luz Daniel Oliveira
Figurinos Jordann Santos
Interpretação EREBAS Feira
Produção Marco Santos (Imaginarius
Duração: 25m
coprodução Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua

ATENÇÃO: A lotação é limitada 50 lugares.
+ info http://www.imaginarius.pt/index.php?pg=companhia-desc&id=148


5/04/2016

ARTISTA ASSOCIADO | DINIS MACHADO | PARADIGMA E CYBORG SUNDAY

CYBORG SUNDAY

18 maio | 21h30 | ZDB

Rua da Barroca, no59
1200-049 Lisboa Portugal
t. + 351 213 430 205
zdb[@]zedosbois[.]org
reservas[@]zedosbois[.]org 


+

CYBORG SUNDAY e PARADIGMA
20 e 21 maio | 20h | Chelsea Theatre, UK
7 World’s End Place
King’s Road, London SW10 0DR
admin@chelseatheatre.org.uk


+
PARADIGMA
25 maio | 20h | Colchester Arts Center, UK
Church Street
Colchester
Essex
CO1 1NF
info@colchesterartscentre.com


CYBORG SUNDAY

uma performance de Dinis Machado
Intérpretes Anna KochGonçalo Ferreira, Isadora Monteiro, Nikolas Kasinos and Vicky Malin.
com a colaboração de Catherine Long
e com Pedro Machado como outside eye
'Cyborg Sunday' de Dinis Machado começa com cinco performers a recordar em voz alta uma história que ainda vai acontecer. A história, sobre um dia na vida de um grupo de pessoas que vivem juntas em harmonia, é contada através das impressões dos intérpretes, pelas suas recordações filtradas e sensibilidades individuais.
Enquanto se esforçam por lembrar com exactidão as suas memórias, desencadeiam sensações físicas que vão mudando de forma, embora prosseguindo com a sua intenção. Lentamente, as suas acções vão ficando mais fragmentadas, perdendo não só significado, mas também substância física. No entanto, isso não é o caos, nem corresponde a liberdade total. Em vez disso, tudo é ultra considerado e à medida que as suas máscaras sociais caem somos guiados para um mundo imaginário rico, algo com tanto de pessoal como de efémero. Mesmo quando experimentam os cabelos uns dos outros, a mais prática e mundana das suas acções, isto é realizado não para causar efeito ou impacto, mas simplesmente porque podem fazê-lo. Podem ser os outros sem deixarem de ser eles próprios, apesar de tudo, a realidade parece ser a ficção que criam e partilham, têm isso sob controle. Com o desenrolar da história, os personagens convivem intimamente. Eles dormem, cozinham e comem e filmam-se a ter sexo, enquanto o movimento dos performers se torna cada vez mais ténue, de modo a que até mesmo referências directas, a um hambúrguer, por exemplo, perdem o seu impacto literal, talvez os movimentos estejam, também, a ser ‘desmascarados’. A única coisa que parece importar é a forma como os diferentes elementos do elenco se lembram e se relacionam com a história, a sua perspectiva pessoal unida por uma referência externa. Se a história é a moldura da peça, são os performers que mantêm tudo em conjunto através das possíveis representações, que nunca chegam a acontecer.
'Cyborg Sunday’ funciona como um labirinto sedutor onde o fio de Ariadne nos leva não para a saída, mas para um mundo denso e intangível, profundamente interior.  [Pedro Machado]
Residências ImPulsTanz (Vienna), Dance4 (Nottingham), NEC/Câmara Municipal do Porto (Porto) e Weld (Estocolmo)

Coprodução WeldCorp. e Dance4
Apoio de ImPulsTanz > Life Long Burning apoiado por Culture 2013-2018 Programme of the European Union
Developed with the grant for the arts from the Arts Council England
Circulação em coprodução com Weld e o apoio internacional da Fundação Calouste Gulbenkian
Dinis Machado é um artista associado do
Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)

























PARADIGMA

“Um ritual é uma sequência de atividades que envolvem gestos, palavras e objetos, praticado num lugar isolado e de acordo com uma sequência definida.”
[Dicionário Merriam-Webster]
Em “Paradigma”, criamos um folklore DIY para corpos com identidades esbatidas, através de artefactos, narrativas, danças, rituais e músicas. Paradigma é uma dança de um exotismo de lado nenhum. Um reclamar ritualista de diferença e cidadania. Uma paisagem criada de um cadavre esquis de referências paradoxais vindas de lugares faccionais. Uma cerimónia vinda de um tempo antes da divisão entre arquiteto e construtor onde se produzem símbolos abstratos com materiais complexos e uma engenharia caseira.

Música Original de
Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
com vozes adicionais de Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft, Dinis Machado
Cenário, luz e figurinos
Dinis Machado (SE/PT)
Consultoria
Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT)
Produzido por Corp. (PT) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT),
com o Produtor Associado Clair Hicks (UK)
e administração de Interim Kultur (SE)
Co-Produção
Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Criado em residência em
Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), ​Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
Com o apoio de
Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado é um artista associado do
Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)

IN A MANNER OF SPEAKING | DINIS MACHADO | RESIDÊNCIA


Mais uma semana de trabalho do In a Manner of Speaking de Dinis Machado para o Ballet Contemporâneo do Norte. 
Com Susana Otero, Mariana Tengner Barros, Filipe Pereira e Jorge Gonçalves. 

ESTREIA

29 de outubro 2016
Cineteatro António Lamoso

5/03/2016

PARA VER | DOCUMENTÁRIO | CONSTRUÇÃO



Três anos depois recordamos e mostramos ao público o documentário do espetáculo A Construção de Pedro Rosa para o Ballet Contemporâneo do Norte.
 
Quantas pessoas são precisas para construir uma ideia? Para dar significado às coisas que vamos diariamente construindo?
Esta construção surge do nada. Surge da vontade de criar e dar significado a uma ideia, à ideia de construir um espaço que todos abrigue. Centro de inquietações e projeções de um futuro próximo. Construído por pessoas invulgares, projetado por pessoas invulgares, e percepcionado por outras igualmente invulgares. Construímos uma ideia de que é possível construir, continuar, num movimento perpétuo circular.
Para concretizar este objetivo, foi escolhido um grupo de reclusas do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo, que integrou o elenco desta nova criação intitulada A Construção.

Encenação e composição | Pedro Rosa
Cenografia, direção do atelier de construção | João Pedro Rodrigues
Coreografia, direcção do atelier de movimento | Flávio Rodrigues
Interpretação | reclusas do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo
Realização, Imagem e Edição | Nelson Castro e Sofia Afonso
Desenho de luz | João Teixeira
Pós-produção áudio e composição musical | Carlos Salgueiros
Coordenação geral | Susana Otero
Assistente de coordenação geral | Luís Carolino
Produção | BCN
Co-Produção | Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua