1/13/2016

ARTISTA ASSOCIADO | DINIS MACHADO | PARADIGMA

With original music by
Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE)
Set, light and costume construction
Dinis Machado (SE/PT)
Outside eyes
Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT)
Estreia
Weld (Stockholm,SE) // 13, 15, 16 Jan 2016
Outras Datas
Tjörnedala Konsthall/ÖSKG (Simrishamn, SE) // 22 Jan 2016
MARC (Kivic,SE) // 23 Jan 2016
Chelsea Theatre (London,UK) // 20 > 21 May 2016
Colchester Arts Centre (Colchester,UK) // 25 May 2016
Teatro Municipal do Porto (Porto, PT)
CCB (Lisbon,PT) 


















Folklore is the body of tales, music, dance, and so forth, common to a particular population.
[New World Encyclopedia]
ritual is a sequence of activities involving gestures, words, and objects, performed in a sequestered place, and performed according to set sequence.
[Merriam-Webster Dictionary]

In Paradigm, we work on a DIY folklore for bodies with blurry identities, created through fictional artifacts, narratives, dances, rituals and songs.
Paradigm is a dance of an exoticism from nowhere. A ritual claim for difference and citizenship. A landscape created from a cadavre exquis of paradoxical references coming from the placeswhere we were born, the places where we live, places we have never been, and most of all, from fictional places. All of them glued together with daily practice.
The body, as a mechanical piece of a bigger organic body - the stage itself. This body engages in a ceremony with consequences that are never direct or evident, but it is also a figure of labor coming from a time before the division between the architect and the bricklayer. A working body producing abstract symbols with concrete materials and a complex homemade engineering.
A body that through this practice enters a process of abstraction, attempting to escape its own anthropomorphism.
To be a human, as to be the theatrical building, disengaged of the pursuit of a (cultural) essence.

Produced by Corp. (PT) and Ballet Contemporâneo do Norte (PT),
with the associate Producer Clair Hicks (UK)
and administration by Interim Kultur (SE)
With the co-production of 
Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) and Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE)
Created In residency at 
Weld (Stockholm/SE), MARC (Kivik/SE), Campo Alegre Teatro Municipal (Porto/PT), Alkantara (Lisboa/PT), Gothenburg Dans & Teater Festival + Vitlycke Centre for Performing Art (Gothenburg/SE), Devir/Capa (Faro/PT), Dance4 + Lace Market Gallery (Nottingham/UK)
With the support of 
Konstnärsnämnden (SE), Kulturrådet (SE), Arts Council England (UK) and DGArtes/Secretaria de Estado da Cultura (PT)
Dinis Machado is an associated artist of 
Ballet Contemporâneo do Norte (PT) and Weld (SE)

12/08/2015

MACHA | MARIANA TENGNER BARROS PARA O BCN



"O momento único e irrepetível do espetáculo, que só o é por ser partilhado com um público, não se trata apenas de um cliché teórico dos estudos de performance. É justamente o único radical comum a qualquer acontecimento performativo que interessa preservar e re-trabalhar. Nesse sentido, propõe-se aqui um regresso às origens, uma re-elaboração ritualística do espetáculo (inequivocamente efémero) trazido para a contemporaneidade, num processo de desvelamento ao mesmo tempo antropológico e mitológico de ações e de gestos que dão forma à nossa cultura mais ancestral (pré-romana e pré-cristã). Regressamos a MACHA, uma importante figura da mitologia celta, divindade protetora dos mortos, deusa da fertilidade e da abundância, para com ela reconciliarmos o ar do tempo com o misticismo por ele recalcado, exaltando forças telúricas, eminentemente femininas, que sempre enformaram a nossa relação com o “mundo” (leia-se: a nossa mundo-visão). MACHA, o espetáculo, será um ritual cósmico, uma romaria experimental, uma viagem trans-dimensional movida por forças do sublime, do oculto e do inconsciente coletivo. O público, parte integrante de uma qualquer tribo pagã, será testemunha de um culto primordial, ao mesmo tempo contemplando e agindo. No espaço de ação estarão também dois Xamãs, uma Entidade e um Druida, ativados por um Canal propiciatório, ao mesmo tempo abstrato e simbólico, concreto e enunciativo. À imoralidade desse gesto contemporâneo de refazer a História, re-começando (“de novo”) ou despertando (“outra vez”), MACHA confrontará o natural observável com o saber oculto, criando um espaço de tensão onde a Dança™, em vez de disciplina, será culto, magia e sublimação."

uma criação BALLTE CONTEMPORÂNEO DO NORTE

Ideia, coreografia e direcção artística | Mariana Tengner Barros
Co-criação e interpretação | Susana Otero
Co-criação, música original e interpretação | PandemiCK (a.k.a. Jonny Kadaver)
Desenho e operação de luz | Daniel Oliveira
Figurino de Susana Otero | António MV
Texto | Rogério Nuno Costa
Fotografia e vídeo | Victor D. Rosário com Nuno Antunes
Acompanhadora e make-up | Sade Risku
Apoio | anasousaatelier
Residências artísticas | A22, EIRA e ZDB/negócio
Co-Produção | A Bela Associação
Produção | Manuel Poças
Produção Executiva | Inês Nogueira
Agradecimentos | Armazém 22, mala voadora, Eira

Estreia: 16 e 17 de dezembro - malavoadora.porto;
+ 9 de Janeiro no Cineteatro António Lamoso;
+ de 13 a 16 de janeiro na ZDB/ Negócio

11/14/2015

O NOME DA HISTÓRIA | 14 ANOS 14 HORAS


“O NOME DA HISTÓRIA” - A definir por cada grupo de crianças

O espetáculo consiste numa peça de dança que conta uma história sobre encontros entre personagens de mundos distintos, com um mesmo problema para resolver. Uma aventura em formato musical e interactivo, onde o público participa ativamente, inclusive, nomeia a história no final. 
Duas bailarinas transformam-se em cogumelos, árvores, duendes, gatos e robots, à procura do balão do João, para que este possa regressar a casa.    
Ideia: Mariana Tengner Barros e Jonny Kadaver Coreografia: Mariana Tengner Barros Música: Jonny Kadaver Intérpretes: Susana Otero e Mariana Tengner Barros Cenografia e Figurinos: Mariana Tengner Barros e Jonny Kadaver Uma produção Ballet Contemporâneo do Norte

















10/02/2015

E U R O D A N C E | ROGÉRIO NUNO COSTA



E U R O D A N C E é o estudo coreográfico para um espetáculo de teatro musical chamado €TRASH. Cinco bailarinos são o grupo de “backup dancers” de uma banda techno invisível, trazendo para a linha da frente aquilo que por norma é apenas decorativo, paisagístico, subsidiário. O corpo de baile é agora o protagonista. Ou sobre a tensão/confusão dialética entre Arte e Desporto.



24 OUTUBRO 2016
21H30 mala voadora.porto

25 de OUTUBRO 2016
18h e 21h30 mala voadora.porto


“Europe was created by History (then Art). America was created by Philosophy (then Art). Economy (now Art) is creating the Rest of the World.”
— in No Limit [21st Century], a song by Too LimitedTM

E U R O D A N C E é uma hecatombe geopolítica e tecno-emocional, um counting down a 190 beats-per- minute em direção ao Fim do Mundo, uma bad trip a bordo de um rave’ião Hamburgo/Ibiza com escala elíptica no Pará e aterragem de emergência para combustível em Luanda, uma droga psicotrópica também conhecida por AzeitegeistTM. E U R O D A N C E é um documentário pós-apocalíptico produzido pelo Departamento de Escatologia Vintage do Centro de Estudos Pré-Humanos do Novo Mundo e estuda a última década do Antigo Regime, quando o Mundo ainda se escrevia com letra grande, não existia qualquer diferença epistemológica entre Arte e Desporto, e os artistas eram todos backup dancers de uma banda cósmica universal. EURODANCE dança em EuropeuTM, mas traz legendas em NovilínguaTM. Rouba lyrics às profecias xamânicas de Slavoj Žižek e à filosofia alter-dogmática de Dr. Phil, os primeiros cyborgs da História; rouba beats à ética pré-apocalíptica do movimento mashup e à moral anti-social do tecnobrega; e rouba artworks à estética proto-post-pop dos Jogos sem Fronteiras e à ética re-re-realista da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. E U R O D A N C E é tecnotrónico, é clubístico, é pastilhado, é megalo-colonialista, é etno-musical, é bubblegum pop, é happy hardcore, é chipmunk, é autotune, é playback, é rave’ioli em lata, é vengaboys, é bota gel, é pisang ambon, é electropimba, é technochunga, é carrinhos de choque-em-cadeia, é aeróbica trance- génica, é fitness progressivo, é body pump-up the jam, é macarena, é di-rirá-rá-rá, é contemporary rococó. EURODANCE regressa a todos os pesadelos fin-de-siècle, porque ambiciona uma correção retroativa da Realidade: o Mundo acabou MESMO na noite de 31 de Dezembro de 1999, quando os computadores deixaram de reconhecer a linguagem binária e o mundo (em letra pequena) colapsou. EURODANCE é por isso uma festa meteórica, em homenagem a todos os que (ainda) não morreram. Uma viagem de volta aos anos 90; uma viagem de volta ao PresenteTM.

Rogério Nuno Costa © 2014

Direção, Coreografia, Texto: Rogério Nuno Costa

Bailarinos: Dinis Machado, Flávio Leihan, Luiz Antunes, Mariana Tengner Barros, Susana Otero
Assistência de Direção: Joclécio Azevedo
Desenho de Luz: Diogo Mendes
Figurinos: Jordann Santos 
Vídeo: António MV
Fotografia de Cena: Xana Novais 
Cartaz: Diogo Mendes
Assistência de Figurinos: Cristiana Fonseca 
Som: Jonny Kadaver 
Produção: Manuel Poças 
Produção Executiva: Inês Nogueira 
Agradecimentos: Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Sonoscopia, Álvaro Campo, mala voadora, A22, Miguel Loff Barreto, ESMAE, TeCA 

Ballet Contemporâneo do Norte é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.


Um espetáculo Ballet Contemporâneo do Norte originalmente criado para o programa “Outros Formatos” (2014). Elenco inicial: André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Flávio Rodrigues, Susana Otero. 

10/01/2015

REPERTÓRIO PARA CADEIRAS FIGURANTES E FIGURINOS | MIGUEL PEREIRA PARA O BCN



Uma natureza efémera como a do espectáculo ao vivo coloca-nos sempre perante a sua frágil materialidade, ficando-nos na maior parte dos casos a memória e os relatos (e algumas fotos ou registos filmados é certo) como possibilidade de reconstituição histórica. Mas o que acontece naquele momento entre o espectador e o espectáculo é aquilo que faz sem dúvida a sua força e a sua existência.
Na coincidência entre o convite que o Ballet Contemporâneo do Norte (BCN) me fez para criar uma peça para a companhia e o assinalar dos seus 20 anos de existência pareceu-me oportuno ter um pensamento retrospectivo, como se olhando o passado pudessemos suspender por momentos um presente incerto, possibilitando assim uma acção futura.
Repertório para Cadeiras Figurantes e Figurinos é uma tentativa de recriação e composição a partir de várias obras do repertório do BCN, do meu próprio trabalho e de alguns autores que marcaram a história da dança em geral, tendo por eixo 3 elementos temáticos: cadeiras, figurantes e figurinos.
 Miguel Pereira

CONCEPÇÃO, DIRECÇÃO ARTÍSTICA E ESPAÇO CÉNICO: Miguel Pereira
INTERPRETAÇÃO: Joclécio Azevedo e Susana Otero COM
Tiago Abelho, Joaquim Maia, Carla Elisabete, Diana Lapa, Andreia Alpuim, Isabel Andrade Silva, Catarina Teixeira, João Oliveira, Águeda Correia, Margarida Costa, Rogério Pacheco, Alexandra Gondin, Ana “Cacau” Silva, Vasco Otero, Katycilanne Reis, Silvana Pinto, Rita Marques e Armanda Queiróz
DESENHO DE SOM E OPERAÇÃO: Pedro Augusto
DIRECÇÃO DE CENA E ASSISTENTE DE ENSAIOS: Inês Nogueira
DESENHO DE LUZ: Carin Geada
OPERAÇÃO DE LUZ: Ricardo Leão
FIGURINOS: Miguel Pereira com a colaboração de Jordann Santos (a partir de figurinos originais do BCN)
TEASER E VÍDEO: Leonel Meneses
FOTOGRAFIA: Xana Novais
DOCUMENTAÇÃO: Rogério Nuno Costa
IMAGEM: Eduardo Ferreira
PRODUÇÃO: Manuel Poças
PRODUÇÃO EXECUTIVA: BCN
CO-PRODUÇÃO: Rivoli – Teatro Municipal do Porto
RESIDÊNCIAS: Rivoli – Teatro Municipal do Porto, A22-Armazém 22
APOIO À DIVULGAÇÃO: O Rumo do Fumo
AGRADECIMENTOS: Tup - Teatro Universitário do Porto, Cristina Grande, Magda Henriques, Luísa Veloso, João Matos, Jordann Santos, Elisa Worm, O Rumo do Fumo, Luís Carolino e Erva Daninha

Dedicamos “Repertório para Cadeiras Figurantes e Figurinos” a Joana Botelho e Manuel Poças.

A ARTE E O TEMPO | WORKSHOP


Estamos a organizar um ciclo de atividades em torno da arte pensado e orientado por Dinis Machado, Magda Henriques e Luísa Veloso.
1 de Outubro // 19h00 // Ensaio aberto de "Paradigma" de Dinis Machado // 
conversa entre Dinis Machado e Luísa Veloso // Campo Alegre. Teatro Municipal
3 de Outubro // 14h00 às 17h00 // 4 de Outubro // 14h30 às 16h00 // 
workshop com Magda Henriques // O QUE PODE A ARTE? // Casa das Artes, Porto
4 de Outubro // 16h30 // Filme com a presença do realizador // 
THE REHEARSAL, de James Newitt // Casa das Artes, Porto // 3 EUR





10/21/2013

SERVIÇO EDUCATIVO | A BELA É O MONSTRO | MARIANA TENGNER BARROS



                                FOTO: NUNO CARMO



A BELA É O MONSTRO 
Workshop de Mariana Tengner Barros
21 e 22 de Setembro
10h -18h
Teatro António Lamoso - Santa Maria da Feira


A BELA É O MONSTRO
Workshop com Mariana Tengner Barros
O meu trabalho preocupa-se geralmente com o vazio que se instaura quando se pensa na transição/transgressão do corpo privado/íntimo para o corpo público/político – um certo niilismo, sintoma de uma enorme perda que coloca em evidência o carácter artificial, banal, superficial a que os protocolos (e os cânones) dos espaços e instituições públicos nos obrigam. Intrigam-me as diferenças entre “exibir” e “existir”, o que muda quando somos observados e a dimensão do fenómeno “big-brother is watching you”: a ideia de documentação da vida quotidiana que se transforma em monstro de banalidade espectacular. Para este workshop, proponho um pequeno programa no qual se possa investigar formas de transgressão dos protocolos / cânones associados ao corpo, construindo, desconstruindo e destruindo identidades, comportamentos, estados/qualidades de presença. Usando o corpo e a voz como ferramentas base para desenvolver imagens/situações/cenas/danças onde operamos como agentes disfarçados sob a nossa própria imagem para sabotar a percepção de quem vê e de quem faz.

Mariana Tengner Barros é licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance. Estagiou no Ballet Theatre Munich, sob a direcção artística de Philip Taylor. Completou o Programa de Estudo e Criação Coreográfica do Fórum Dança. Como intérprete destaca o trabalho com os coreógrafos Filip van Huffell/Retina Dance, Rui Horta/Companhia Instável, Né Barros/Balleteatro Companhia; Vera Mantero/PEPCC, Francisco Camacho, Carlota Lagido e Rafael Alvarez; e com o encenador John Romão.
Como criadora apresentou And So?...The End (2010), Après Le Bain (2011), The Trap (2011), e Peça do Coração:For Him (2012), trabalhos apresentados em Portugal, Inglaterra, França, Espanha e Bélgica.
Integrou o projecto “Solo Performance Commissioning Project” em 2009, dirigida pela coreógrafa Deborah Hay.


Para profissionais e estudantes de dança de nível avançado
35€
Inscrições até dia 15 de Setembro têm uma redução de 5€