4/18/2013
4/09/2013
CONSTRUÇÃO, de Pedro Rosa
CONSTRUÇÃO, projeto comunitário elaborado pelo BCN em colaboração com
reclusas do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo.
Apresentações únicas no Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira
Dias 24 e 25 de Maio
21h30
Convento dos Lóios, Santa Maria da Feira
entrada livre até lotação do espaço!
Apresentações únicas no Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira
Dias 24 e 25 de Maio
21h30
Convento dos Lóios, Santa Maria da Feira
entrada livre até lotação do espaço!
3/05/2013
A CONSTRUÇÃO de Pedro Rosa
Criação colectiva - projeto comunitário
Neste momento, o Ballet
Contemporâneo do Norte ultrapassa um momento de viragem. No próximo ano, a
companhia completa 20 anos de existência e por esse motivo sentimos a
necessidade de criar um projecto ecléctico que abrisse o trabalho artístico à
comunidade, através da integração de minorias sociais num espectáculo.
Para concretizar este objectivo, foi escolhido um grupo de reclusas do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo, que integrará o elenco desta nova criação intitulada de “ A Construção”.
Para concretizar este objectivo, foi escolhido um grupo de reclusas do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo, que integrará o elenco desta nova criação intitulada de “ A Construção”.
Como co-produtor do projecto está associado o Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua, cuja edição deste ano terá lugar entre os dias 24 e 26 de Maio e onde será apresentada a estreia do espectáculo – A Construção.
Cenografia, direcção do atelier de construção | João Pedro Rodrigues
Coreografia, direcção do atelier de movimento | Flávio Rodrigues
Realização, Imagem e Edição | Nelson Castro e Sofia Afonso
Desenho de luz | João Teixeira
Pós-produção áudio e composição musical | Carlos Salgueiros
Coordenação geral | Susana Otero
Assistente de coordenação geral | Luís Carolino
Produção | Joana Ferreira
10/14/2012
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO, de Susana Otero
"A Notícia Da Minha Morte Foi Um Exagero" de Susana Otero - 15min/PT from Ballet Contemporâneo do Norte on Vimeo.
Ballet Contemporâneo do Norte (Northen Contemporary Ballet)
is a portuguese contemporary dance company founded in 1995 by Elisa Worm and,
currently, works and resides in Santa Maria da Feira, a town south of Oporto.
The company has funding by the portuguese government and by the local City
Hall.
“The reports of my death were greatly exaggerated” is the
first long piece of Susana Otero, dancer with the company since 2002, and its
artistic director since July 2011. The work was inspired in texts by the portuguese
novelist José Cardoso Pires, especially “De Profundis – Valsa Lenta”, which the
author wrote after recovering from a stroke that temporarily deprived him of
his speach – a period he refers to has the “white death”.
In this piece Susana Otero makes an exercise in irony,
reflecting on life and death, and
on contemporary dance itself and its power as an art form. Always with
great tenderness towards the “creatures” that she sets on stage (two men and
one woman), Susana Otero appels to a strong empathy from the audience – one
sees this performance as if one is under the Sun: enjoying the warmness or
coying away from the burn.
CONSPURCADOS, de Joclécio Azevedo
Sábado dia 27 de Outubro
21h30
Casa das Artes de Felgueiras
“Conspurcados” lida com a noção da procura de emancipação ao domínio das aparências. Corpos conspurcados, corpos impuros, corpos abjectos, corpos na iminência de se deixarem consumir pela voracidade das imagens que produzem. Há talvez também algo de belo na atracção pelo excesso, pela procura de limites, pelo processo de interrogação daquilo que cada corpo projecta para o exterior, como se estivessem todos imersos num jogo de identidades deterioradas à procura de uma possível reconstituição.
A possibilidade da escolha entre aceitar-se, rejeitar-se ou tornar-se indiferente a si próprio constitui o cerne desta espécie de jogo ou confronto entre interior e exterior, onde as possíveis fronteiras diluem-se na entrega do corpo ao acto de jogar e ao acto de interagir com os outros, com o espaço, com as imagens ou memórias despertadas.
No fundo o importante é tentar sobreviver ao jogo, reinscrever-se no mundo, recuperar o prazer de possuir um corpo, todo ele feito de dilemas.
Mais informações em Casa das Artes de Felgueiras
Fotografias de Andreas Dyrdal
Com: Pedro Rosa, Flávio Rodrigues e Susana Otero
7/05/2012
5/03/2012
4/29/2012
REDE
Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea
A dança
sempre dialogou e se ladeou de outras formas de expressão artística
acompanhando o pensamento e os movimentos de vanguarda.
A dança
sempre teve a coragem de experienciar a teoria, de reconhecer filosofia no
corpo, de encarnar pensamentos e de manifestar fisicamente aquilo que alguns
apenas pensam.
Esta é
a sua maior força e o seu maior obstáculo, tornar ideias realidade, num momento
presencial, de exposição. Esta é também a sua essência política, ser linguagem
e ser acção.
A dança
em Portugal tem-se desenvolvido autonomamente, integrando a educação, a formação,
a teorização e a criação de uma comunidade sólida que sabe o que procura e que
sabe o que precisa. Uma comunidade politicamente madura que nunca se eximiu a
completar aspectos fundamentais esquecidos ou ignorados pela iniciativa estatal
e de criar um papel fundamental nas sociedades onde se insere.
A dança
portuguesa conseguiu nos últimos 20 anos ganhar relevância no panorama nacional
e internacional principalmente pela sua capacidade de se manter à cabeça da
vanguarda europeia.
Pretendemos manter o que
acreditamos ser a vocação artística na procura de linguagens próprias, de
verdadeira inovação, no sentido de enveredar por caminhos ainda desconhecidos e
por isso rejeitamos políticas culturais que demonstrem estratégias de dominar
os seus processos, conteúdos e pluralidade limitando a diversidade de discursos
e pensamentos.
A dança
depende de uma comunidade saudável de artistas que possa continuar a explorar e
a defendê-la dentro de uma sociedade que a legitime e reconheça.
Uma sociedade minada pela
desconfiança entre artistas, opinião pública e estado é uma sociedade dilacerada,
fragmentada, sem força identitária
e sem força criativa.
Achamos
perigoso que se substitua uma política cultural que, numa democracia, requer um
profundo conhecimento do sector e diálogo com os seus principais agentes, por
um programa de gestão alheio às suas reais necessidades.
A
instrumentalização da arte é necessariamente um contra-senso, se esta deixa de
ser livre deixa também de ser arte.
De uma
vez por todas é preciso ter em mente que são os artistas contemporâneos que, em
cada momento na vida das sociedades, constroem o património cultural do futuro.
É
fundamental que os nossos dirigentes mudem de atitude face ao orçamento para a
cultura: trata-se de um investimento de maior importância e não de um simples e
evitável gasto.
Pode-se
reduzir o movimento a uma equação matemática. Pode-se não reduzir o movimento a
uma equação matemática.
Citando
Susan Sontag: Uma obra de arte não é apenas sobre qualquer coisa; é qualquer coisa.
Uma obra de arte é uma coisa do mundo, não apenas um texto ou um comentário
sobre o mundo.
4/24/2012
4/18/2012
4/03/2012
4/02/2012
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR), de Andreas Dyrdal
Auditório Balleteatro do Porto
13 de Abril
21h30
Fotografia de Edgar Tavares
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente
com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de
contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que
excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num
determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de
ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão
atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são,
necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo)
reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em
que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando
o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir,
devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse
equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento
de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente
pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando
a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Concepção, direção e coreografia | Andreas Dyrdal
Interpretação e criação | Susana Otero, Sara Leite, Rui
Marques e Flávio Rodrigues
Texto | Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio
Rodrigues
Desenho de Luz | João Teixeira
Figurinos | Andreas Dyrdal
Produção | BCN
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO de Susana Otero
Dia 14 de Abril
21h30
Fotografia de Andreas Dyrdal
A frase, justamente adoptada como título deste primeiro trabalho de longa duração de Susana Otero, foi proferida por um jornalista quando entrevistado após ter sido largamente noticiada a sua morte...
Partindo de textos de José Cardoso Pires, De Profundis - Valsa Lenta, a qual foi escrita depois do seu autor ter sofrido um acidente vascular cerebral que o privou da memória entre outros problemas, e de Fumar ao espelho, um monólogo de caracter autobiográfico, Susana Otero faz um exercício cheio de ironia, reflectindo sobre a vida e a morte – a morte branca como lhe chama José Cardoso Pires, e a outra, bem mais negra e mais abrangente -, e sobre a própria dança contemporânea e o seu poder enquanto arte performativa.
Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
Em palco dois homens e uma mulher, perdidos como só Godot à espera de si próprio (a referência Beckettiana faz aqui todo o sentido) o espectáculo desenrola-se entre a palavra - esse movimento da voz –, e a dança – essa voz do corpo -, entrelaçando-se, sem nunca se atropelarem nem invadirem, com um à vontade alheio a quaisquer dogmas de cruzamento interdisciplinar ou a fenómenos de moda nos processos criativos, ilustrando, bem, o melhor de um certo exercício da contemporaneidade.
«E agora José?
...Você marcha José!
José, para onde?»
«José, ao espelho, encolhe os ombros.»
BCN, 2011
BCN, 2011
Concepção, direcção e coreografia | Susana Otero
Interpretação e criação | Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Música | Quarteto Dissonante, W. A. Mozart
Desenho de luz | João teixeira
Figurinos | Susana Otero /Luis Carolino
Produção | BCN
3/07/2012
Nova criação! CONSPURCADOS de Joclécio Azevedo
Iniciamos a nova criação do BCN encomendada a Joclécio Azevedo, vamos estrear no inicio de Julho!
Bem Vindos a Conspurcados!
Bem Vindos a Conspurcados!
3/05/2012
1/30/2012
1/09/2012
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR) de Andreas Dyrdal
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são, necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo) reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir, devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Mais info: www.efemero.pt/
11/22/2011
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO, de Susana Otero
Fotografia de Andreas Dyrdal
Auditório de Espinho
2 de Dezembro, Sexta-feira
21:30
7 euros (maiores de 65 e menores de 25 anos: 5 euros)
m/6
Partindo de textos de José Cardoso Pires, De Profundis – Valsa Lenta, a qual foi escrita depois do seu autor ter sofrido um acidente vascular cerebral que o privou da memória entre outros problemas, e de Fumar ao espelho, um monólogo de carácter autobiográfico, Susana Otero faz um exercício cheio de ironia, reflectindo sobre a vida e a morte – a morte branca como lhe chama José Cardoso Pires, e a outra, bem mais negra e mais abrangente -, e sobre a própria dança contemporânea e o seu poder enquanto arte performativa. Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
11/17/2011
11/09/2011
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR)
ESTREIA dia 17, 18 e 19
Cine Teatro António Lamoso
Santa Maria da Feira
Reservas: 933430917 / 963916977
Cine Teatro António Lamoso
Santa Maria da Feira
Reservas: 933430917 / 963916977
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são, necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo) reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir, devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Concepção, direção e coreografia | Andreas Dyrdal
Interpretação e criação | Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Texto | Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Desenho de Luzes | João Teixeira
Figurinos | Andreas Dyrdal
Produção | BCN
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