4/03/2012
4/02/2012
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR), de Andreas Dyrdal
Auditório Balleteatro do Porto
13 de Abril
21h30
Fotografia de Edgar Tavares
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente
com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de
contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que
excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num
determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de
ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão
atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são,
necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo)
reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em
que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando
o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir,
devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse
equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento
de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente
pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando
a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Concepção, direção e coreografia | Andreas Dyrdal
Interpretação e criação | Susana Otero, Sara Leite, Rui
Marques e Flávio Rodrigues
Texto | Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio
Rodrigues
Desenho de Luz | João Teixeira
Figurinos | Andreas Dyrdal
Produção | BCN
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO de Susana Otero
Dia 14 de Abril
21h30
Fotografia de Andreas Dyrdal
A frase, justamente adoptada como título deste primeiro trabalho de longa duração de Susana Otero, foi proferida por um jornalista quando entrevistado após ter sido largamente noticiada a sua morte...
Partindo de textos de José Cardoso Pires, De Profundis - Valsa Lenta, a qual foi escrita depois do seu autor ter sofrido um acidente vascular cerebral que o privou da memória entre outros problemas, e de Fumar ao espelho, um monólogo de caracter autobiográfico, Susana Otero faz um exercício cheio de ironia, reflectindo sobre a vida e a morte – a morte branca como lhe chama José Cardoso Pires, e a outra, bem mais negra e mais abrangente -, e sobre a própria dança contemporânea e o seu poder enquanto arte performativa.
Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
Em palco dois homens e uma mulher, perdidos como só Godot à espera de si próprio (a referência Beckettiana faz aqui todo o sentido) o espectáculo desenrola-se entre a palavra - esse movimento da voz –, e a dança – essa voz do corpo -, entrelaçando-se, sem nunca se atropelarem nem invadirem, com um à vontade alheio a quaisquer dogmas de cruzamento interdisciplinar ou a fenómenos de moda nos processos criativos, ilustrando, bem, o melhor de um certo exercício da contemporaneidade.
«E agora José?
...Você marcha José!
José, para onde?»
«José, ao espelho, encolhe os ombros.»
BCN, 2011
BCN, 2011
Concepção, direcção e coreografia | Susana Otero
Interpretação e criação | Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Música | Quarteto Dissonante, W. A. Mozart
Desenho de luz | João teixeira
Figurinos | Susana Otero /Luis Carolino
Produção | BCN
3/07/2012
Nova criação! CONSPURCADOS de Joclécio Azevedo
Iniciamos a nova criação do BCN encomendada a Joclécio Azevedo, vamos estrear no inicio de Julho!
Bem Vindos a Conspurcados!
Bem Vindos a Conspurcados!
3/05/2012
1/30/2012
1/09/2012
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR) de Andreas Dyrdal
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são, necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo) reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir, devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Mais info: www.efemero.pt/
11/22/2011
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO, de Susana Otero
Fotografia de Andreas Dyrdal
Auditório de Espinho
2 de Dezembro, Sexta-feira
21:30
7 euros (maiores de 65 e menores de 25 anos: 5 euros)
m/6
Partindo de textos de José Cardoso Pires, De Profundis – Valsa Lenta, a qual foi escrita depois do seu autor ter sofrido um acidente vascular cerebral que o privou da memória entre outros problemas, e de Fumar ao espelho, um monólogo de carácter autobiográfico, Susana Otero faz um exercício cheio de ironia, reflectindo sobre a vida e a morte – a morte branca como lhe chama José Cardoso Pires, e a outra, bem mais negra e mais abrangente -, e sobre a própria dança contemporânea e o seu poder enquanto arte performativa. Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
11/17/2011
11/09/2011
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR)
ESTREIA dia 17, 18 e 19
Cine Teatro António Lamoso
Santa Maria da Feira
Reservas: 933430917 / 963916977
Cine Teatro António Lamoso
Santa Maria da Feira
Reservas: 933430917 / 963916977
Ao criar uma obra de arte, envolvemo-nos essencialmente com processos que são destilações, complicações e substrações pessoais de contextos mais alargados, próprios de um determinado momento no tempo; ou, sucintamente, decidimos o que incluir ou o que excluir de modo a justificar (para nós próprios) a existência da obra num determinado momento de uma janela temporal pessoal.
Quando a obra é mostrada, encontramo-nos na situação de ser interpretados por indivíduos ou por grupos de pessoas; ser-nos-ão atribuídos significados, opiniões, emoções e formas que não são, necessariamente nossas. Algures entre estes estados (a criação e o consumo) reside, para mim a mudança, a mudança contextual.
O momento de mudança é o que me interessa, o momento em que algo pessoal se transforma em algo público e vice versa; o momento, quando o pessoal ou colectivo, está prestes a surgir em nós, ou a deixar de existir, devido a reorganizações de contexto pessoais ou colectivas .
Quero encontrar essa aresta, essa linha, e/ou esse equilíbrio, e criar, a partir daí, a possibilidade de me envolver com o momento de mudança a partir do interior. Envolver-me com a produção que constantemente pode surgir, e questionar o problema do consumo.
Perguntar o que motiva o quê numa obra?
A pessoa de um intérprete ou o entendimento colectivo?
Onde colocar a linha entre o pessoal e o colectivo?
Entre intérprete e público? Entre a obra e o exterior?
E perguntar o que acontece quando as coisas mudam?, quando a mudança se torna um fim em si mesma e não um resultado da produção.
Andreas Dyrdal
Setembro 2011
Concepção, direção e coreografia | Andreas Dyrdal
Interpretação e criação | Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Texto | Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Desenho de Luzes | João Teixeira
Figurinos | Andreas Dyrdal
Produção | BCN
8/19/2011
8/02/2011
7/20/2011
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO de Susana Otero
Festival Oceanos
Lisboa
Dia 11 de Agosto
21h00
Museu das Comunicações, inserido no Festival dos Oceanos
ENTRADA LIVRE
A Notícia da minha morte foi um exagero, de Susana Otero
Intérpretes: Flávio Rodrigues, Rui Marques e Andreas Myrdal.
mais info aqui
Lisboa
Dia 11 de Agosto
21h00
Museu das Comunicações, inserido no Festival dos Oceanos
ENTRADA LIVRE
A Notícia da minha morte foi um exagero, de Susana Otero
Intérpretes: Flávio Rodrigues, Rui Marques e Andreas Myrdal.
mais info aqui
7/11/2011
FLYING LOW com Cristina Planas Leitão
O BCN vai realizar um workshop de Flying Low com Cristina Planas Leitão de 4 a 8 de Julho. Este Workshop será aberto aos profissionais e alunos avançados que estejam interessados em aprender esta técnica. O preço é simbólico e as vagas limitadas. A inscrição será efectivada depois do pagamento.
De 4 a 8 de julho
10h00 às 12h30
Cine Teatro António Lamoso
Santa Maria da Feira.
10h00 às 12h30
Cine Teatro António Lamoso
Santa Maria da Feira.
Preço 25€
Inscrições: bcnproducao@gmail.com
Flying-Low – Aula de Técnica de Dança Contemporânea
Na aula técnica incorporo e partilho o meu conhecimento de ‘Flying-Low’ de David Zambrano adaptando-a às minhas próprias visões artísticas e necessidades da turma. A técnica foca-se sobretudo na relação do intérprete/ bailarino com o chão/ terra. Utiliza padrões de movimento simples que envolvem a respiração, velocidade e a liberação de energia através do corpo de forma a activar a relação do centro com as articulações, e proporcionando uma maior eficiência no movimento dentro e fora do chão. São explorados diversos estados de consistência corpórea e densidade do espaço. O material desafia cada participante a descobrir algumas das leis primárias da física como por exemplo: coesão e expansão.
7/06/2011
SERVIÇO EDUCATIVO
A equipa do BCN está a elaborar o Workshop nas escolas da cidade de Santa Maria da Feira até dia 8 de Julho. Este ano foram as seguintes escolas:
EB1 Chão do Rio - 2 sessões de 2h30 cada
EB23 Fernando Pessoa - 4 sessões de 2h30 cada
EB23 Milheirós de Poiares - 2 sessões de 2h30 cada
EB23 de Cavaco -1 sessão 2h30
EB23 de Argoncilhe - 2 sessões de 2h30 cada
6/07/2011
FLYING LOW com Cristina Planas Leitão
O BCN vai realizar um workshop de Flying Low com Cristina Planas Leitão de 4 a 8 de Julho. Este Workshop será aberto aos profissionais e alunos avançados que estejam interessados em aprender esta técnica. O preço é simbólico e as vagas limitadas. A inscrição será efectivada depois do pagamento.
De 4 a 8 de julho das 10h00 às 12h30 no Cine Teatro António Lamoso_ Santa Maria da Feira.
Preço 25 euros
Inscrições: bcnproducao@gmail.com
Flying-Low – Aula de Técnica de Dança Contemporânea
Na aula técnica incorporo e partilho o meu conhecimento de ‘Flying-Low’ de David Zambrano adaptando-a às minhas próprias visões artísticas e necessidades da turma. A técnica foca-se sobretudo na relação do intérprete/ bailarino com o chão/ terra. Utiliza padrões de movimento simples que envolvem a respiração, velocidade e a liberação de energia através do corpo de forma a activar a relação do centro com as articulações, e proporcionando uma maior eficiência no movimento dentro e fora do chão. São explorados diversos estados de consistência corpórea e densidade do espaço. O material desafia cada participante a descobrir algumas das leis primárias da física como por exemplo: coesão e expansão.
Alguns princípios básicos da técnica:
Primeiro que tudo, é pedido aos estudantes que leiam o seu corpo na posição vertical, sendo incentivados a conectar o corpo inteiro com o ambiente que os rodeia: o ar, o chão e a energia dos outros, estabelecendo imediatamente interconexões invisíveis. Quando estamos de pé, toda a sala está de pé. Desde então passamos a ser capazes de andar, correr e passar entre os outros, aprendendo como dissolver uns corpos nos outros e como entrar e sair do chão usando infinitas possibilidades de espirais, que na verdade já existem no espaço – nós somente as temos que descobrir. A aula propaga-se através de toda a sala, de um lado para o outro lado. Quando nos movemos, toda a sala se move connosco.
Braços, pernas, mãos, dedos, cotovelos, joelhos e pés, tornam-se extensões do centro. Dá-se atenção especial às extremidades como indicadoras de direcção, propondo uma maior consciência e clareza do movimento.
Uma das premissas mais importantes da técnica é: “Eu sou espaço, logo eu sou a sala”. Esta ideia tão simples torna o movimento muito mais fácil (p. ex. Em vez de pensar que tenho que descer em direcção ao chão, penso que toda a sala desce comigo).
Cada sequência desafia o estudante a recolher e a enviar todas as suas energias com todo o corpo, fazendo passar o movimento no seu interior, sem esquecer nenhuma parte, focando-se em estados e no atravessar trajectos em vez da execução de formas pré-estabelecidas.
A técnica estimula o pensamento/acção de como é possível comandar o corpo com todos os seus poderes sendo este uma ferramenta de tudo aquilo a que chamamos Nós próprios.
Links relacionados com a aula: http://vimeo.com/10592618
6/03/2011
III FEIRA DE ARTES PERFORMATIVAS
A Jangada de Medusa
A Jangada de Medusa é um exercício coreográfico realizado pelos jovens que partiviparam no primeiro Laboratório coreográfico levado a cabo pelo Ballet Contemporâneo do Norte, nos dias 19, 20 e 21 de Abril de 2011, na Escola Secundária de Fiães.
No decorrer do trabalho, e partindo das propostas de improvisação avançadas pelos orientadores do Laboratório – os balarinos do BCN -, foi tomando forma este trabalho colectivo, que remete para o quadro «A Jangada de Medusa» de Gericault; sendo que o quadro não foi o ponto de partida mas sim o ponto de chegada.
Este primeiro Laboratório coreográfico insere-se numa série de iniciatias e actividades que o Ballet Contemporâneo do Norte leva a cabo com a colaboração do Pelouro de Educação da C MSMF, abarcando desde crianças em idade pré-escolar até jovens do ensino secundário, as quais constituem o Serviço Educativo do BCN.
Direcção e organização: Ballet Contemporâneo do Norte
Criação e interpretação: Alunos da Escola Secundária de Fiães
Música: Guiseppe Verdi, excertos de A Traviatta
Mais info: www.cm-feira.pt
5/26/2011
5/17/2011
5/02/2011
A NOTÍCIA DA MINHA MORTE FOI UM EXAGERO de Susana Otero

A frase, justamente adoptada como título deste primeiro trabalho de longa duração de Susana Otero, foi proferida por um jornalista quando entrevistado após ter sido largamente noticiada a sua morte...
Partindo de textos de José Cardoso Pires, De Profundis - Valsa Lenta, a qual foi escrita depois do seu autor ter sofrido um acidente vascular cerebral que o privou da memória entre outros problemas, e de Fumar ao espelho, um monólogo de caracter autobiográfico, Susana Otero faz um exercício cheio de ironia, reflectindo sobre a vida e a morte – a morte branca como lhe chama José Cardoso Pires, e a outra, bem mais negra e mais abrangente -, e sobre a própria dança contemporânea e o seu poder enquanto arte performativa.
Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
Em palco dois homens e uma mulher, perdidos como só Godot à espera de si próprio (a referência Beckettiana faz aqui todo o sentido) o espectáculo desenrola-se entre a palavra - esse movimento da voz –, e a dança – essa voz do corpo -, entrelaçando-se, sem nunca se atropelarem nem invadirem, com um à vontade alheio a quaisquer dogmas de cruzamento interdisciplinar ou a fenómenos de moda nos processos criativos, ilustrando, bem, o melhor de um certo exercício da contemporaneidade.
Sempre com um cuidado cheio de ternura pelas «criaturas» que põe em cena, Susana Otero faz apelo a uma empatia e cumplicidade por parte do público; o qual está, face a este espectáculo, como quem se expõe ao sol, gozando o seu calor aprazível ou sofrendo as queimaduras dos seus raios mais fortes.
Em palco dois homens e uma mulher, perdidos como só Godot à espera de si próprio (a referência Beckettiana faz aqui todo o sentido) o espectáculo desenrola-se entre a palavra - esse movimento da voz –, e a dança – essa voz do corpo -, entrelaçando-se, sem nunca se atropelarem nem invadirem, com um à vontade alheio a quaisquer dogmas de cruzamento interdisciplinar ou a fenómenos de moda nos processos criativos, ilustrando, bem, o melhor de um certo exercício da contemporaneidade.
«E agora José?
...Você marcha José!
José, para onde?»
«José, ao espelho, encolhe os ombros.»
BCN, 2011
«José, ao espelho, encolhe os ombros.»
BCN, 2011
Concepção, direcção e coreografia | Susana Otero
Apoio dramatúrgico | Luis Carolino
Interpretação e criação | Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues
Música | Quarteto Dissonante, W. A. Mozart
Desenho de luzes | João teixeira
Figurinos | Susana Otero /Luis Carolino
Design Gráfico | Patricia Costa
Produção | BCN
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