4/20/2011

SERVIÇO EDUCATIVO


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Laboratório de Dança Contemporânea | Coreográfico


Este Laboratório será o primeiro workshop de uma série que visa atrair os jovens para a prática e fruição da dança enquanto espectáculo artístico e pretende fornecer-lhes ferramentas úteis e lúdicas para a descodificação deste tipo de espectáculo.
Ao longo dos três dias de duração terá como estrutura um primeiro tempo de trabalho fisíco de aproximação à técnica de dança contemporânea, segundo-se o visionamento de material filmado de espectáculos da Companhia, BCN, e depois trabalho criativo.
Propomos portanto uma inversão de papeis. Aqui os instruendos são os tomadores de decisões reflectindo sobre as suas opções pessoais. A partir do material visionado e com os significados do coreógrafo no bolso vão ser desafiados, sob a orientação dos bailarinos profissionais da companhia, a reinventar as situações visualizadas com a sua própria linguagem.

1º dia – 19 de Abril (10:00 – 13:00h)
10:00H – Aula de aquecimento e preparação fisíca
11:15H – Pausa
11:30h – Visionamento de vídeos seguido de trabalho criativo

2º dia – 20 de Abril (10:00 – 13:00h)
10:00H – Aula de aquecimento e preparação fisíca
11:15H – Pausa
11:30h – Visionamento de vídeos seguido de trabalho criativo

3º dia – 21 de Abril (10:00 – 14:00h)
10:00H – Aula de aquecimento e preparação fisíca
11:15H – Pausa
11:30h – Trabalho criativo
13:00h – Apresentações informais do trabalho realizado

Formadores: Susana Otero, Sara Leite, Rui Marques e Flávio Rodrigues;
Coordenação: Luis Carolino.

Este Laboratório está a decorrer na Escola EB1 de Fiães em Santa Maria da Feira

4/18/2011

SERVIÇO EDUCATIVO



Comemorando o Dia Mundial da Dança, com organização do Clube UNESCO de Educação Artística, o Ballet Contemporâneo do Norte vai realizar uma apresentação do espectáculo para a infância, IPTERIX IPTERIDEX, no Museu das Comunicações em Lisboa, abarcando crianças do 2º ano do 1º ciclo da escola Raul Lino.

Ipterix Ipteridex insere-se num conjunto mais alargado de iniciativas pedagógicas e de formação de público que o Ballet Contemporâneo do Norte tem levado a cabo, e têm como objectivo proporcionar à criança uma experiência agradável, lúdica, interactiva (a seguir à parte dançada há sempre um espaço de interacção com os bailarinos e com os elementos cénicos do espectáculo), contribuindo para o estabelecimento de laços afectivos com a dança e com os artistas, laços esses fundamentais para a solidificação de apetências culturais e fidelização de público.

O Clube UNESCO está a desenvolver na escola Raul Lino um Projecto de Educação Artística no qual esta iniciativa se inclui: as crianças abrangidas já desenvolveram apetências especiais para actividades artísticas que agora se complementam com a interacção directa com os bailarinos profissionais da companhia.

3/09/2011

SERVIÇO EDUCATIVO

Ipeterix Ipteridex

De 10 de Março a 5 de Abril o BCN irá às escolas de Santa Maria da Feira com as suas duas produções: Ipterix Ipteridex  + ARROBA PONTO COME, num total de 20 espetáculos.

10/07/2010

10/05/2010

CHE DIAVOLO FATE? de Luís Carolino

Fotografia de Patrícia Costa


12 de Outubro
Festival Contradança/Covilhã

Tendo como matéria de trabalho o universo do espectáculo de ópera oitocentista, Che Diavolo Fate? desenvolve-se à volta de tudo aquilo que faz com que a paixão pela ópera enquanto género artístico se mantenha e perdure: um sentir que ultrapassa toda a lógica; um excesso que nunca é suficiente; uma loucura trágica e uma raciocínio dramático que, sim, as mais das vezes não fazem sentido, mas que são irresistíveis.
Um tributo, também, à voz humana enquanto instrumento, quase um fetiche, que sempre me fascinou.
Luís Carolino, 2009


Criação, Direcção e Composição Coreográfica | Luís Carolino
Música | La Traviata, de Guiseppe Verdi (excertos)
Banda Sonora e Sonoplastia | Luís Carolino
Criação e interpretação | Susana Otero, Rui Marques, Sara Costa Leite e Flávio Rodrigues
Figurinos | Luís Carolino
Desenho de Luz | João Teixeira
Execução de figurinos | Ana e Rosa Almeida
Canto e apoio vocal | Pedro Teles
Carpintaria | Ricardo Santos
Design Gráfico e fotografia | Patricia Costa


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6/30/2010

SERVIÇO EDUCATIVO

Fotografia de Sara Costa Leite

Workshop Coreográfico 2010
EB Chão do Rio_Santa Maria da Feira

6/25/2010

SERVIÇO EDUCATIVO

Fotografia de Sara Costa Leite

Workshop Coreográfico
EB2,3 Cavaco_Santa Maria da Feira

6/24/2010

SERVIÇO EDUCATIVO





Workshop Coreográfico 
Escola EB1 da Igreja_Paços de Brandão_Santa Maria da Feira

6/22/2010

SERVIÇO EDUCATIVO

Nas próximas semanas o BCN irá orientar oficinas coreográficas nas escolas do ensino Básico em Santa Maria da Feira:

Workshop/Oficina coreográfica

23 Junho - EB1 Igreja - Paços de Brandão - todo o dia

24 Junho - EB23 Cavaco - Tarde

25 Junho - EB1 Chão do Rio - Fiães - Manhã

28 Junho - EB23 Arrifana - Tarde

29 Junho - EB23 Milheirós de Poiares - Todo o dia

1 Julho - EB23 Fernando Pessoa - Todo o dia

2 Julho - EB23 Lourosa - Tarde

5 Julho - EB23 Canedo - Tarde

6 Julho - EB23 Argoncilhe - Todo o dia

4/26/2010

SERVIÇO EDUCATIVO


IPETERIX IPTERIDE

Abril/Maio 2010

Agrupamento de Escolas de Lourosa:

29 Abril
Das 9h30m às 10h30m – J.I. Vendas Novas – Lourosa
Das 14h às 15h – J.I. Aldeia Nova – Lourosa

Dia 30 de Abril
Das 9h30m às 10h30m – J.I. Prime – Mozelos
Das 14h às 15h – J.I. Prime – Mozelos

Dia 3 de Maio

Das 9h30m às 10h30m – J.I. Sobral – Mozelos
Das 14h às 15h – J.I. Sobral – Mozelos

Dia 4 de Maio


Das 9h30m às 10h30m – J.I. Casalmeão – Lourosa
Das 14h às 15h – J.I. Casalmeão – Lourosa

Dia 10 de Maio
Das 9h30m às 10h30m – J.I. Fonte Seca – S. J. Ver
Das 14h às 15h – J.I. Igreja – Lourosa

Dia 11 de Maio
Das 9h30m às 10h30m – J.I. Igreja – Lourosa
Das 14h às 15h – J.I. Igreja – Lourosa

4/12/2010

DANÇA NAS ESCOLAS | SERVIÇO EDUCATIVO


29 de Abril - Dia da Dança

O BCN irá durante o mês de Abril apresentar pelas escolas pré-primárias e primárias de Santa Maria da Feira o espectáculo IPERIX IPETERIDEX especialmente criado para este pequeno público. Brevemente colocaremos no blog a lista das escolas.

Até breve!

3/04/2010

Em processo com Luís Carolino

Fotografia de Andreas Dyrdal

Próximos tempos em preparação física, pesquisa e investigação de material para a nova peça de Luís Carolino.

2/26/2010

7 PERSONAGENS EM HORA DE PONTA de Elisa Worm



Participação especial dias 25, 26 e 27 no Estaleiro Municipal em Aveiro:


Alexandra Coquim
Ana Amaral

Catarina Ribeiro

Catherine Oliveira

Daniela Silva

Eugénio Neves

Inês Costa

Joana Amaral

Maria João

Roser Camell

Sofia Flores

Sofia Paiva

2/21/2010

PRESS BCN

Público - Uma cidade com esta vida cultural não tem tempo para se sentar Santa Maria da Feira


Saramago fez 80 anos aqui, Spencer Tunick fotografou nus com vista para o castelo, Oliviero Toscani preferiu os burros de Miranda e Joana Vasconcelos uma colcha de croché. Os La Fura dels Baus fizeram várias coisas. Por estas e por outras, a Feira passou a ser um exemplo a seguir. O Festival para Gente Sentada começa na sexta-feira. Por Sara Dias Oliveira
a Programação regular, dinâmica permanente e envolvimento da comunidade. Podem existir outras, mas são estas as três razões que melhor ajudam a perceber por que é que Santa Maria da Feira passou a ser um exemplo a seguir. Joana Vasconcelos, a artista plástica, sabe do que fala: "A Feira é, absolutamente, uma referência cultural, até pela organização do festival de teatro de rua e pela intervenção das pessoas nas actividades culturais". 
A artista concebeu para a edição de 2007 do Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua - uma colcha de croché de oito metros de comprimento, elaborada por mais de 500 mulheres de associações, centros de dia e de vários grupos informais. Esta peça, a Donzela, foi exposta na torre de menagem do castelo da Feira e na Bienal de Veneza. 
Um ano depois, Joana Vasconcelos regressou para fazer uma colcha ainda maior. Mais de 1500 mulheres disponibilizaram-se para o croché e assim nasceu a Varina, que esteve colocada na Ponte de D. Luís. "É muito interessante a forma como as pessoas se envolvem e isso demonstra que não é gente parada; é dinâmica e participa na vida cultural da cidade", diz a artista. Para Joana Vasconcelos, a Feira "é um exemplo que deve ser seguido". "Se todas as cidades fossem como Santa Maria da Feira, os artistas, das mais diversas áreas, estariam muito mais organizados e teriam mais coisas para fazer", acrescenta.
A coreógrafa Clara Andermatt está a remontar o seu espectáculo Dan Dau, de 1999, para apresentar no próximo Imaginarius, de 27 a 29 de Maio. O primeiro contacto teve lugar em 2008, quando criou Meu Céu (com um grupo de idosos da Feira e bailarinos profissionais). Este ano, já coordenou um workshop de dança com a comunidade de ciganos da Baralha, na freguesia de Sanguedo, um projecto coordenado pelo realizador Marco Martins e que pretende recriar Romeu e Julieta num espectáculo que será apresentado no próximo Imaginarius. A actriz Beatriz Batarda e o realizador João Salavisa também estão envolvidos nesta produção.
Clara Andermatt ficou admirada com o que viu. "Fiquei surpreendida não só em relação ao festival, que não conhecia, mas com uma dinâmica incrível... e comecei a aperceber-me do importante trabalho feito com a comunidade". "Há uma dinâmica de concertos mês a mês, de participação da comunidade e a população é muito activa e receptiva em relação ao festival", sublinha. A coreógrafa sente-se quase em casa. "A Feira ganha uma luminosidade incrível quando acontecem os eventos. É impressionante como, de repente, a cidade fica superlotada. E sente-se que a comunidade tem muito orgulho na cidade".
A casa de Caric e...
O Ballet Contemporâneo do Norte está há dois anos e meio em residência artística na Feira. Fez as malas de Estarreja por falta de apoios do Ministério da Cultura e encontrou um local para trabalhar: o cineteatro da cidade. A escolha não foi feita ao acaso. "Já sabíamos do movimento cultural que a Feira projectava", adianta Elisa Worm, coreógrafa da companhia. Desde então, o grupo criou três espectáculos e o último contou com a participação de 14 voluntários de um programa de crianças e jovens em risco, desenvolvido pela câmara. E desde o ano passado que, em colaboração com o pelouro da Educação, os bailarinos vão às escolas com uma peça criada para os mais pequenos. 
"Santa Maria da Feira tem dois ou três eventos muito interessantes e tem outros momentos que fazem com que as pessoas circulem". Elisa Worm fala em generosidade. "A Feira é carinhosa quando expõe e dispõe de uma linguagem cultural num sentido generoso". Mesmo assim, a coreógrafa não concorda com espectáculos gratuitos. "As coisas pagam-se, muito ou pouco. Deve haver troca por troca, para subsistência dos artistas."
A participação da comunidade é dos factores que ajudam a explicar a projecção cultural. É o caso da Instável Orquestra. Tudo começou com um convite feito ao sérvio Aleksandar Caric para criar um projecto musical para o Imaginarius de 2008. Caric juntou cerca de 100 pessoas de todas as idades. Construíram instrumentos com materiais recicláveis e prepararam músicas para o desfile do Principezinho. No ano passado, envolveram-se na parada que acompanhava o pinóquio gigante que passeava pelo Imaginarius. Neste momento, Caric trabalha com crianças das escolas primárias, moradores de um empreendimento de habitação social e elementos da Associação de Alcoólicos Anónimos Recuperados da Feira, divididos em cinco grupos. 
Para o Imaginarius deste ano, está a ultimar uma história criada por cerca de 150 pessoas, que será lida em voz alta por três contadores de histórias, um português, um cabo-verdiano e um brasileiro. A Instável Orquestra vai acompanhar o momento. Esta orquestra é um grupo imprevisível, que não precisa de conhecer as notas musicais. Quanto mais improvisação melhor. "É um processo criativo. Trabalhamos com as pessoas, que inventam as músicas. Acreditamos que cada um pode contribuir no processo de criar melodias, que cada pessoa tem o seu lado musical", diz Caric, que continua a ler a história do bombeiro Francisco Silveira que se enamora de Afonsina antes de reencontrar um amor da adolescência. Pega no bandolim e, por momentos, usa o instrumento para acompanhar excertos da aventura. "A história não está acabada e quase podia ser um romance." O grupo ri-se.
A Feira é a segunda casa de Caric, que se surpreendeu com a sua intensa actividade cultural. "Viajo por vários países e costumo falar muitas vezes dos projectos culturais da Feira como exemplos a seguir". A Instável Orquestra é um dos frutos do Imaginarius que criaram raízes, tendo já marcado presença num festival de música de rua na Sérvia. "É um grupo em que cada um contribui com as suas experiências, em que há um intercâmbio geracional muito forte", observa.
... a música de Devendra
A lista é extensa. O escritor José Saramago comemorou os 80 anos em Santa Maria da Feira com as actrizes Marisa Paredes, Maria de Medeiros e Laura Morante a recitarem excertos das suas obras. O fotógrafo norte-americano Spencer Tunick fotografou corpos nus com o castelo em pano de fundo. O autor da controversa publicidade da Benetton, Oliviero Toscani, montou uma exposição de burros que fotografou em Miranda do Douro. 
A companhia catalã La Fura dels Baus recrutou gente, fez um workshop para apresentar uma produção criada à medida do Imaginarius. Roberto Saviano, escritor e jornalista italiano, autor de Gomorra e ameaçado de morte pela máfia napolitana, foi lá admitir que não é um herói. Paul Rusesabagina, que evitou inúmeras mortes no genocídio de Ruanda, falou dessa experiência na Feira.
Não é tudo. A Feira tem o único festival internacional de teatro de rua do país, onde têm estado algumas das mais importantes companhias europeias, uma Viagem Medieval que quer tornar-se uma referência europeia em termos de recriação histórica dos tempos medievais. Sem entradas pagas. Tem também o único festival luso-brasileiro de cinema que já trouxe a este lado do Atlântico Ney Matogrosso e Walter Salles. 
Há mais: a cidade dedica dois dias por ano a concertos de cantautores. O Festival Para Gente Sentada começa sexta-feira no Cineteatro António Lamoso com o norte-americano Bill Callahan, o irlandês Perry Blake e a dupla norte-americana Matt Valentine & Erika Elder. No sábado, entram em palco os escoceses Camera Obscura, os britânicos Dakota Suite e ainda David Santos com o seu projecto Noiserv. 
Na primeira edição deste festival, em 2004, Devendra Banhart foi cabeça de cartaz, estreia absoluta em Portugal. Algum tempo depois, o músico decidiu homenagear a Feira, baptizando uma canção com o nome da cidade no seu álbum Cripple Crow.
A visão da área cultural começou a mudar quando Carlos Martins assumiu o pelouro em 1997. Tinha 29 anos, uma equipa jovem, vontade de afirmar o território pela positiva, cumplicidade política e orçamento disponível para concretizar projectos. "Não há truques na manga", garante Carlos Martins, agora ligado ao projecto Guimarães Capital da Cultura. "A cultura não é uma gaveta, mas expressão de tudo o que é território e comunidade e quando se sai fora da caixa percebe-se que há novas oportunidades."
A sua estratégia foi um desafio. "A capacidade de risco é muito importante: a capacidade de arriscar em coisas que não se poderá gostar à primeira, arriscar estética e programaticamente". Carlos Martins insiste que não houve segredos, mas sim três factores que se conjugaram: visão, planeamento estratégico e meios necessários. "O presidente da câmara também entendeu que era uma área em que valia a pena investir, no sentido de que a cidade fosse mais competitiva e relevante no território nacional", sublinha. Um percurso em que constantemente é preciso "ler muito bem o território e o que faz sentido". "O que nos preocupava era a afirmação da nossa terra", conclui.
Cristina Tenreiro, a nova vereadora da Cultura, garante que o objectivo é manter a excelência cultural. "Santa Maria da Feira tem tido uma postura extremamente inteligente: no início, observa e vai buscar alguém de fora para saber como se faz. Depois, procura envolver a comunidade para marcar a diferença; a comunidade também participa nas iniciativas." A ideia é criar o bichinho, apelar ao sentimento de pertença. A estratégia não é copiar, mas sim aprender com quem sabe para depois reinventar. "Há muito do ADN dos feirenses na Viagem Medieval", exemplifica.
A responsável assegura que não há segredos. "Há um conjunto de factores que levaram a que a Feira se afirmasse pela sua dinâmica cultural. A Viagem Medieval, por exemplo, procurou ser diferente das outras feiras, todos os anos a história é diferente e em cada dia há um episódio para contar. Inovou, foi diferenciadora e tem um envolvimento da comunidade." Cristina Tenreiro revela que há contaminações no bom sentido. "Há jovens feirenses espalhados pela Europa a trabalhar nas artes circenses, na música, muito por influência desta actividade cultural. Foram "contaminados" por este contacto prematuro com as artes. Não é qualquer jovem", finaliza, "que tem acesso a esta dinâmica em muitas zonas deste país".